CartaExpressa

As mudanças no PT e no PSDB que explicam a liderança de Haddad em SP

O candidato ao governo do estado cita a entrada de Doria na vida pública e a abertura do próprio partido às alianças com o centro como alguns dos motivos

As mudanças no PT e no PSDB que explicam a liderança de Haddad em SP
As mudanças no PT e no PSDB que explicam a liderança de Haddad em SP
O candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad. Foto: Reprodução/Redes Sociais
Apoie Siga-nos no

O candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira 23 que as mudanças em seu partido e no PSDB explicam em parte a sua liderança na corrida eleitoral.

Pesquisa Datafolha mostra que o petista tem 38% das intenções de voto contra 16% do ex-ministro Tarcísio de Freitas e 11% do atual governador, Rodrigo Garcia (PSDB). Levantamento da Real Time Big Data mostra o ex-prefeito com 34%.

Para Haddad, a entrada do ex-governador João Doria (PSDB) na vida pública mudou o rumo histórico dos tucanos.

“De certa maneira, descaracterizou um pouco o partido se nós lembrarmos das suas origens de social-democrata. Lembro do Franco Montoro, do [Mário] Covas e do próprio Geraldo [Alckmin]”, avaliou em entrevista ao portal G1. “O Doria empurrou o partido para a direita, apoio o Bolsonaro com vigor em 2018, trouxe o Rodrigo Garcia do DEM, o que ocasionou a saída do Alckmin para o PSB. Mudou muito o PSDB em virtude dessa alteração dos quadros”.

O candidato ainda apontou o que o PT faz de diferente na eleição deste ano para ter chance de sair vitorioso no estado. “Se abriu para alianças mais ao centro”, citou. “A nossa aliança dá um conforto para que possamos fazer as mudanças com segurança”.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo