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Aras pede abertura de igrejas na pior fase da pandemia: ‘A Ciência salva vidas, a fé também’
Segundo o PGR, ‘o Estado é laico, mas as pessoas não são’
O procurador-geral da República, Augusto Aras, defendeu nesta quarta-feira 7 no Supremo Tribunal Federal a liberação de celebrações religiosas presenciais, mesmo em meio ao pior momento da pandemia de Covid-19 no País.
Segundo o PGR, “o Estado é laico, mas as pessoas não são”.
“As pessoas têm o direito de professar a sua fé. A Ciência salva vidas, a fé também. Fé e razão, que estão em lados opostos no combate à pandemia, aqui caminham lado a lado, em defesa da vida e da dignidade humana”, disse Aras, antes do início da manifestação dos ministros do STF, que analisam o tema nesta quarta.
“Decretos, como atos administrativos normativos, ainda que decorrentes de uma lei ordinária, podem ter força para subtração de direitos fundamentais postos na lei maior? Parece que não”, acrescentou.
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