CartaExpressa
Anvisa e Butantan se reúnem e discutem aplicação da Coronavac em crianças e adolescentes
Segundo a agência, participou do encontro ‘um especialista chileno que apresentou dados da vacinação naquele país’
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária promoveu nesta sexta-feira 7 uma nova reunião com o Instituto Butantan. Em pauta, o pedido de indicação da vacina Coronavac para crianças e adolescentes de 3 a 17 anos.
“A reunião contou com a participação da equipe técnica da Agência, da equipe técnica do Butantan e de um especialista chileno que apresentou dados da vacinação naquele país, inclusive com a Coronavac”, informou a Anvisa em nota.
Atualmente, o único imunizante liberado para crianças e adolescentes é o da Pfizer, em uma versão pediátrica. A aplicação dessa vacina foi autorizada pela Anvisa em 16 de dezembro, mas o governo de Jair Bolsonaro demorou 20 dias para anunciar as diretrizes da campanha.
Em agosto do ano passado, a Anvisa rejeitou um pedido do Butantan para uso emergencial da Coronavac em crianças e adolescentes. Na ocasião, a agência pediu a apresentação de mais dados clínicos, a fim de assegurar a segurança e a eficácia do imunizante.
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Muita gente esqueceu o que escreveu, disse ou defendeu. Nós não. O compromisso de CartaCapital com os princípios do bom jornalismo permanece o mesmo.
O combate à desigualdade nos importa. A denúncia das injustiças importa. Importa uma democracia digna do nome. Importa o apego à verdade factual e a honestidade.
Estamos aqui, há mais de 30 anos, porque nos importamos. Como nossos fiéis leitores, CartaCapital segue atenta.
Se o bom jornalismo também importa para você, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal de CartaCapital ou contribua com o quanto puder.
Leia também
Cuba doa vacinas contra a Covid à Síria: ‘Dois povos agredidos e hostilizados pelo imperialismo’
Por AFP
Twitter marca como ‘enganoso’ post de Eduardo Bolsonaro contra as vacinas
Por Marina Verenicz
‘Tomaremos todas as medidas possíveis’, diz AMB após vazamento de dados de médicos pró-vacina
Por CartaCapital


