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Advogado aciona o STF, diz ser vítima de esquema de clonagem de DNA e pede R$ 12 bilhões
A petição é desconexa e não lista elementos de prova. Relator, o ministro Edson Fachin não expediu qualquer decisão
Um advogado de Goiás acionou o Supremo Tribunal Federal alegando ser vítima de uma suposta organização internacional voltada, entre outras práticas, à clonagem de DNA. Ele pede uma indenização de 12 bilhões de reais.
Entre os muitos “réus” listados na petição estão a Polícia Federal, o Ministério Público Federal, polícias de diversos estados e até Papa Leão XIV e Hunter Biden, filho do ex-presidente dos Estados Unidos Joe Biden.
O autor solicita, além da indenização, a “criminalização da clonagem de DNA”, a “proibição da alteração genética” e “o controle dos robôs”. A peça é desconexa, incongruente e sem qualquer elemento a provar as alegações.
“O autor escreveu uma peça de Aviso de Crime, denunciando a prática de crimes com o uso de tecnologia da União. Clonagem de DNA, além de uma modalidade criminosa que chamou de ‘carne moída temperada’, que usa robôs e faz uma pirâmide com o dinheiro das vítimas, envolvendo controle mental e uma violência ainda não vista pelos viventes”, diz um trecho da petição.
O advogado diz que um dos objetivos da suposta organização seria matá-lo. O relator é o presidente do STF, Edson Fachin, que ainda não expediu qualquer decisão no processo.
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