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‘A volta do PT parecia um mal maior’, diz Eduardo Leite sobre voto em Bolsonaro

O governador do Rio Grande do Sul afirmou ter menosprezado ‘a capacidade de fazer o mal do Bolsonaro’

O ex-governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB). Foto: Itamar Aguiar/ Palácio Piratini
O ex-governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB). Foto: Itamar Aguiar/ Palácio Piratini
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O governador do Rio Grande do Sul e potencial candidato do PSDB à Presidência em 2022, Eduardo Leite, afirmou nesta quarta-feira 14 que votou em Jair Bolsonaro nas eleições de 2018 por considerar que “a volta do PT ao poder parecia um mal maior”.

“Eu menosprezei de fato a capacidade de fazer o mal do Bolsonaro”, disse Leite em entrevista ao jornal Valor Econômico.  “E não apoiei, o que é importante dizer. Fiz uma declaração de voto, e não fiz campanha casada, não fiz material, não pedi votos. Apoiar é pedir votos. Foi bem diferente [do Doria], bem diferente”.

O tucano ainda disse que “lutará” para evitar um 2º turno entre Bolsonaro e Lula no ano que vem. “Se acontecer, vamos discutir lá na frente que tipo de posicionamento acontecerá”, acrescentou, em referência a quem receberia o seu endosso na disputa.

Para Leite, a estagnação de seu concorrente tucano, João Doria, nas pesquisas de intenção de voto pode ser um sinal de que “o eleitor esteja procurando um outro perfil”. O governador gaúcho também avalia que “talvez a superexposição que o Doria tenha tido tenha gerado alguma dificuldade de se conectar com o eleito”.

Apesar de disputar com Doria o posto de candidato do PSDB à Presidência, Leite afirmou não torcer para que a rejeição do paulista indicada pelos levantamentos continue.

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