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Cartas Capitais

Leitores de CartaCapital comentam o que foi destaque na edição anterior

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DE PIRES NA MÃO

Em relação à matéria “De pires na mão”, a Capes informa que o orçamento inicial de 2022 da Fundação é maior do que o de 2021. Subiu para 3,8 bilhões de reais contra 3,01 bilhões no ano passado, aumento de 27%. Além disso, o número de bolsas de mestrado e doutorado concedidas por meio de programas institucionais cresceu de 80.272, em 2020, para 84.336 em março de 2022. A Capes tem ampliado o apoio à pesquisa e formação de profissionais e pesquisadores. Como exemplos, os programas de combate à Covid, de desenvolvimento da pós-graduação nos estados, na Amazônia Legal, na região do Semiárido, e de pós-doutorado. Na área internacional, um exemplo de ação é a publicação do edital para a concessão de 1,4 mil bolsas de doutorado-sanduíche no exterior.
Thaís Mesquita Cantanhêde Consultora de Comunicação – Capes
(Enviado via cartas)

O PROBLEMÃO DO CAPITÃO

Bolsonaro não fez nada de bom para o Brasil nem pelo povo ­brasileiro, para ter conseguido novos ­eleitores, ele sabe disso. É inútil a ­tentativa de “ressuscitar” os que perdeu, seja nas ações ou na pandemia.
Diego Nessar Ulrich
(Enviado via Facebook)

Basta que uma parcela dos milhões que não votaram na eleição passada acorde. Com essa união, ele perde mesmo que consiga manter os 57 milhões de lunáticos que o alçaram ao topo.
Marcelo Duarte
(Enviado via Facebook)

MISSÃO DADA, MISSÃO CUMPRIDA

Queiroga, essencialmente, tornou-se um político, não mais médico. Agora “um manda” e o outro obedece.
Marta Souza
(Enviado via Facebook)

Tolo quem acreditar no fim decretado por este homem. Continuo usando minha máscara, não renuncio à minha segurança até que zere o número de mortes neste país.
Sandra Marques
(Enviado via Facebook)

O AMERICANISMO DOS AMERICANOS

Os EUA sendo EUA. É o típico faça o que eu digo, mas não o que eu faço. Pioneiros em usar dos artifícios de mercado baseados na prerrogativa de não permitir que os países utilizem sua posição de mercado em matérias-primas, tecnologias ou produtos importantes para ter o poder de perturbar a nossa economia ou exercer uma alavancagem geopolítica indesejada.
Selma Vieira
(Enviado via Facebook)

O VÍRUS E O DRAGÃO

No Brasil, a política é pior: ‘Não existe Covid’. O resultado são UTIs pediátricas lotadas.
Teresa Cristina
(Enviado via Facebook)

ESPERAR OU LUTAR?

Adoro as análises de Rita von ­Hunty, mas não é o momento para utopias ou discursos de pureza ideológica. É preciso união para derrotar a peste do bolsonarismo.
Silvia Morello
(Enviado via Facebook)

O texto é excelente. Particularmente, não quero o PT, mas odeio com todas as minhas forças o atual governo e o que ele representa. Se dividirmos o voto, existe a possibilidade de permanência.
Jarbas Nunes
(Enviado via Facebook)

PUBLICADO NA EDIÇÃO Nº 1206 DE CARTACAPITAL, EM 4 DE MAIO DE 2022.

Este texto aparece na edição impressa de CartaCapital sob o título “Cartas Capitais”

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