CartaCapital
Cartas Capitais
O fator Mendonça Os ministros indicados por Jair Bolsonaro ao STF e homologados pelo Senado, Kassio Nunes Marques e André Mendonça, estão cumprindo bem o figurino político na mais alta Corte do País, tentando salvar o próprio bolsonarismo. Cometem esses ministros inconstitucionalidades, buscando interferir nos […]

O fator Mendonça
Os ministros indicados por Jair Bolsonaro ao STF e homologados pelo Senado, Kassio Nunes Marques e André Mendonça, estão cumprindo bem o figurino político na mais alta Corte do País, tentando salvar o próprio bolsonarismo. Cometem esses ministros inconstitucionalidades, buscando interferir nos inquéritos e selecionando o que deve e o que não deve ser feito. Vemos, portanto, que Mendonça e Nunes Marques não agem como ministros, e sim como políticos a serviço do bolsonarismo até as próximas eleições.
Paulo dos Santos
Refluxo
Será que essas informações chegam às escolas, permitindo notar o estrago que o moralismo de uma sociedade conservadora faz no futuro dos jovens?
José Antônio Barbosa
Tudo que envolve morte ou doença tem o dedo dos fundamentalistas e da extrema-direita. Não por acaso, a diminuição do número de campanhas de prevenção acontece ao mesmo tempo que crescem as bancadas das igrejas fundamentalistas e da extrema-direita. As mesmas que lideram as campanhas antivacina sem que nada seja feito. As doenças aumentam, as pessoas morrem e ninguém é punido. Há uma conivência com os discursos negacionistas.
Gustavo Bernardes
Importantíssimo falar em prevenção de qualquer doença, inclusive prevenção da infecção pelo HIV.Agora, não se usa mais o termo “contaminação”. É inadequado. @cartacapital, corrijam por favor.
Mônica Gomes
O baixo clero recua (por ora)
Inacreditável para mim é como convivemos tão bem com esses cancros horrorosos no nosso organismo social. Os parasitas se infiltram facilmente no sistema, tornam-se famosos, riquíssimos, cheios de poder e não acontece absolutamente nada com eles. O que acontece de tempos em tempos são soluços, pequenos espasmos, escândalos fugazes. Um detalhe também bastante curioso é que nos contentamos em apontar o modelo de funcionamento dos assaltos, ao passo que pecamos horrorosamente na definição de prognósticos. Minha modestíssima solução: sistema fechado de votos e contundente valorização da responsabilidade partidária, ao contrário do personalismo político. Fica a dica para a redação de CartaCapital um amplo debate a respeito de reforma do sistema político.
Francisco Rocha
Ceuta e o Campo dos Santos
O capitalismo, com sua eterna e crescente concentração de renda e privilégios, incentiva a desilusão coletiva. A extrema-direita aproveita esse terreno fértil para vender ilusões e, ao atingirem o poder, rapidamente mostram que nada têm a oferecer para a melhora da vida coletiva. A história demonstra que o fim de cada um desses ciclos exige uma guerra para rearranjar as expectativas.
Carlos Sufredini
“Por que você não volta para o Ceará?”: vereadora do PL comete xenofobia contra colega do PT na Câmara de Curitiba. Detalhe: a vereadora da imagem também não é de Curitiba, nem do Paraná. É de Caçador, Santa Catarina.
Guilherme Pontes
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Muita gente esqueceu o que escreveu, disse ou defendeu. Nós não. O compromisso de CartaCapital com os princípios do bom jornalismo permanece o mesmo.
O combate à desigualdade nos importa. A denúncia das injustiças importa. Importa uma democracia digna do nome. Importa o apego à verdade factual e a honestidade.
Estamos aqui, há mais de 30 anos, porque nos importamos. Como nossos fiéis leitores, CartaCapital segue atenta.
Se o bom jornalismo também importa para você, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal de CartaCapital ou contribua com o quanto puder.



