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Manifesto pela redenção democrática e econômica do Brasil
Viemos a público manifestar nossa defesa a uma única via democrática nas eleições presidenciais de 2022: Lula
O Observatório do Banco Central se posiciona como defensor de uma única via democrática nas eleições presidenciais de 2022: a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva pelo Partido dos Trabalhadores (PT).
Na última década, o Brasil sofreu múltiplos atentados à sua jovem democracia. E hoje, como nunca, nos vemos em uma encruzilhada que não reflete apenas a natural divergência de ideias e de pensamentos, que marca o regime democrático e o livre pensar. Nos encontramos em uma encruzilhada entre a civilidade e a barbárie.
As eleições que se aproximam serão cruciais para que o país retome a sua posição de protagonismo no combate à fome e à miséria, duas das mais perversas mazelas sociais. É necessário que o Estado brasileiro volte a ser dirigido por um Governo genuinamente democrático e comprometido com a superação de entraves históricos ao desenvolvimento social e econômico.
Estaremos sempre comprometidos com o ensino público em todos os seus segmentos, destacando o caráter fundamental de uma educação pública, gratuita e de qualidade, um dos pilares que sustentam o desenvolvimento de qualquer sistema econômico e social. O Estado brasileiro tem a urgência de retomar o projeto de desenvolvimento e de inclusão social – iniciado na primeira década do século XXI e ceifado em meados da segunda década do mesmo século.
Assim, viemos a público manifestar nossa defesa a uma única via democrática nas eleições presidenciais de 2022. No próximo domingo será feita uma escolha fundamental: de um lado, a defesa de uma democracia liberal baseada em princípios republicanos; de outro a manutenção de um governo fascista disfarçado de democrático.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
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