Astrologia

Hoje é Dia de Iemanjá: aprenda a se conectar mais com a Orixá das emoções

Celebrado hoje, 2 de fevereiro, o Dia de Iemanjá é uma das datas mais simbólicas e emocionantes das tradições afro-brasileiras. Conhecida como a Rainha do Mar, ela é o orixá que representa a maternidade, o acolhimento, a proteção e a força das águas salgadas. Sua […]

Hoje é Dia de Iemanjá: aprenda a se conectar mais com a Orixá das emoções
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Celebrado hoje, 2 de fevereiro, o Dia de Iemanjá é uma das datas mais simbólicas e emocionantes das tradições afro-brasileiras. Conhecida como a Rainha do Mar, ela é o orixá que representa a maternidade, o acolhimento, a proteção e a força das águas salgadas. Sua celebração reúne fé, devoção e esperança, atravessando religiões, culturas e gerações.

Em diversas cidades do Brasil, especialmente nas regiões litorâneas, o dia é marcado por homenagens que transformam praias em espaços sagrados, onde flores, velas e pedidos são entregues ao mar como forma de gratidão e conexão espiritual.

Quem é Iemanjá?

Iemanjá é o orixá das águas profundas, mãe de muitos outros orixás, símbolo do cuidado, geração, da nutrição emocional e da proteção. Seu arquétipo está ligado à figura materna que acolhe, orienta e ampara, mas que também ensina sobre limites, maturidade emocional e respeito aos ciclos da vida.

Na Umbanda e no Candomblé, Iemanjá rege os lares, a família, os vínculos afetivos e as emoções. É associada à lua, à fertilidade e ao movimento constante das águas — que levam o que precisa ir e devolvem aquilo que deve permanecer.

Significado espiritual do 2 de fevereiro

O dia 2 de fevereiro carrega um simbolismo de renovação. No calendário espiritual, é um momento propício para limpeza emocional, encerramento de ciclos e fortalecimento da fé. Pedidos feitos à Iemanjá costumam estar ligados a questões de amor, proteção familiar, cura emocional e equilíbrio interior. Mais do que pedir, a data convida à gratidão: reconhecer o que foi vivido, aprendido e superado, confiando que o mar sabe o tempo certo de devolver respostas.

Fotografia colorida em plano médio capturada no Rio Vermelho, Salvador. Em destaque, uma pessoa carrega sobre a cabeça um grande e vistoso cesto de oferendas para Iemanjá, envolto em um tecido prateado brilhante e acetinado. O cesto transborda com um arranjo denso de flores brancas, incluindo rosas e pequenas flores de campo (mosquitinho), simbolizando pureza e devoção. Ao fundo, o mar da Bahia está repleto de barcos coloridos e fiéis, sob um céu levemente nublado, durante as celebrações do dia 2 de fevereiro
Rosas brancas em oferenda reforçam a intenção, o respeito e a devoção a Iemanjá (Imagem: ThalesAntonio | Shutterstock)

Oferendas, fé, respeito e consciência

Tradicionalmente, rosas-brancas, perfumes suaves, cartas e objetos simbólicos são oferecidos a Iemanjá. No entanto, vem crescendo a conscientização sobre a importância de práticas sustentáveis, respeitando o meio ambiente e as águas.

O mais importante não é a quantidade ou o luxo da oferenda, mas a intenção, o respeito e a devoção. Muitas casas espirituais orientam que orações, pensamentos positivos e gestos simbólicos já são formas poderosas de conexão com o orixá.

Iemanjá e o feminino sagrado

Iemanjá representa o feminino em sua forma mais profunda: sensível, forte, intuitiva e transformadora. Sua energia acolhedora fortalece emoções e ensina sobre amor-próprio, cuidado e pertencimento. Em tempos de excesso de estímulos e instabilidade emocional, sua vibração convida ao silêncio interior e à escuta do coração.

Por Viviane Pettersen

Mulher de cabelos escuros e brinco de argola com rosa vermelha

Jornalista e astróloga. No estudo do céu, encontrou caminhos para compreender questões profundas e hoje divide essas descobertas — em constante construção — por meio de diferentes conteúdos.

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