Educação
Segunda versão da Base segue para avaliação final
Mudanças mais relevantes foram feitas na Educação Infantil e no Ensino Médio e nas disciplinas de Língua Portuguesa e História
Na terça-feira 3, a segunda versão da Base Nacional Comum Curricular foi entregue ao Conselho Nacional de Educação (CNE) após período que o documento ficou aberto para consulta pública.
No total, foram mais de 12 milhões de contribuições enviadas por meio do portal. O novo texto também é fruto de mais de 700 reuniões de discussão que envolveram a participação de 200 mil professores e 45 mil escolas.
Entre as alterações mais relevantes, destacam-se as feitas nas etapas da Educação Infantil e Ensino Médio e nas disciplinas de Língua Portuguesa e História.
Na Educação Infantil, as faixas etárias e os objetivos de alfabetização ficaram mais bem explicitados, enquanto que no Ensino Médio a construção dos currículos ganhou maior flexibilidade e foi feita maior articulação com o ensino técnico-profissionalizante.
Em Língua Portuguesa, os clássicos da Literatura Portuguesa têm maior relevância, mas mantém-se o destaque para os autores brasileiros. Em História, além das culturas africana e indígena, foi dada maior ênfase para a história da Europa.
A Base agora será conduzida pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), que promoverão seminários nas 27 unidades federativas até junho dando continuidade à discussão do documento.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.



