CartaCapital
Cartas Capitais
Leitores comentam os destaques da edição anterior

O filho protegido
O velho roteiro neoliberal da privatização: nomear apaniguados que vão fazer de tudo para atrapalhar a atividade da estatal e sucateá-la, dando munição aos interessados em privatizá-la. Foi assim nos dois governos FHC, seria assim se houvesse Bolsonaro 2.
Cesar Hunsendenger
O novo vexame da Globo com Lula
Excelente artigo. A concessão dessa emissora golpista, com histórico de manipulação e intromissão na vontade popular, deveria ser revista.
Alexandre Guazzelli
Os apoiadores de Flávio Master-Rachadinha comemoravam o seu suposto bom desempenho durante a entrevista concedida à Globo. Certamente, pegaram leve com ele, ao questioná-lo de maneira formal, porém não muito incisiva. Este é o padrão-podridão globeleza de imparcialidade.
Santiago Wessner
Dez anos do golpe que derrubou Dilma
O povo brasileiro tem memória curta. Ou simplesmente não tem memória.
Didi Berton
Parabéns, Jean Wyllys, por sua explicação. O povo precisa ouvir a verdade para ver se acorda antes que seja tarde. Estou feliz que você está de volta, fez falta.
Lilian Rose
O tempo mais tenebroso da história política brasileira.
Luiz Antônio Araújo
Deus proverá?
Edir Macedo, enrolado no caso do Banco Digimais e devendo esclarecimentos sobre os pastores condenados pelo assassinato do menino Lucas Terra. A mãe, Marion Terra, clama por justiça há 25 anos.
Ana Rosangela
Ministério da Fazenda e Banco Central têm de ir para cima e fazer este senhor pagar o que deve.
Teresa Orjales
O pistoleiro digital do clã
Bolsonaro. Colocação perfeita: “Pistoleiro digital”.
Ivoneide Marinho
Impressionante como a grande mídia não dá a devida importância a esse personagem, Cerimedo, e aos fatos políticos internacionais.
Madson Oliveira
Grupos evangélicos apoiam Lula
Lula recebeu apoio. Isso é bem diferente de quem profanou nos púlpitos e altares por idolatria política e usa o povo evangélico como massa de manobra política.
Gislaine Castro
Esse é um apoio importante, pois esse grupo não usa os templos para proselitismo político e mostra que, entre os evangélicos, há pessoas esclarecidas e com uma visão progressista.
Maria Bordin
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
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