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Chips de memória elevam custo de produção do iPhone 18 Pro e prometem encarecer smartphones

A escalada nos preços de componentes eletrônicos, especialmente as memórias RAM, sinaliza um cenário de reajuste nos valores do novo iPhone, com reflexos diretos para o consumidor final

Chips de memória elevam custo de produção do iPhone 18 Pro e prometem encarecer smartphones
Chips de memória elevam custo de produção do iPhone 18 Pro e prometem encarecer smartphones
Reprodução | Para o mercado brasileiro, a expectativa é que esses aumentos se reflitam nos valores finais dos novos iPhone
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A indústria de tecnologia se prepara para um período de desafios, com a expectativa de que os custos de produção de smartphones atinjam patamares mais elevados. Um relatório recente aponta para um aumento considerável nas despesas de fabricação do próximo iPhone, um indicativo de que o mercado de dispositivos móveis, incluindo os modelos Android, pode sofrer reajustes significativos. Para o consumidor do País, essa dinâmica pode se traduzir em preços mais altos para os aparelhos que chegam às lojas.

O que impulsiona o aumento?

Um relatório divulgado pela empresa TrendForce indica que o custo de produção do iPhone 18 Pro deve aumentar em quase 40% em comparação com o iPhone 17 Pro do ano passado. Esse crescimento, estimado em até 38%, é impulsionado principalmente pela alta nos preços dos chips DRAM, utilizados nas memórias RAM dos smartphones.

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A análise da TrendForce se baseia no Bill of Materials (BOM), ou Lista de Materiais, um termo que se refere ao custo total dos componentes físicos necessários para fabricar um dispositivo. Isso inclui peças essenciais como o chip principal, a tela e a memória. Historicamente, o processador e a tela eram os componentes mais caros na composição do BOM. No entanto, segundo a TrendForce, esse cenário mudou desde o final do ano passado. A participação das memórias no custo total saltou de 10% no iPhone 17 Pro, no terceiro trimestre de 2025, e pode alcançar 34% no iPhone 18 Pro durante o terceiro trimestre deste ano. A projeção da empresa é que o custo total das memórias na Lista de Materiais chegue a uma faixa entre 40 e 42% no primeiro semestre de 2027. Em contrapartida, o custo de outros componentes, como o processador e a tela, apresentou uma redução em sua participação percentual no BOM no mesmo período.

Impacto no consumidor: preços mais altos

Com uma Lista de Materiais em ascensão, as consequências para o mercado consumidor são evidentes. A TrendForce acredita que a Apple manterá sua estratégia de elevar o preço dos produtos, devido à pressão no desenvolvimento dos iPhones. A elevação de preços no varejo para a nova geração de iPhones é vista como um movimento provável e não inédito para a companhia. Nos últimos meses, a Apple já havia aumentado o preço de modelos como o MacBook Neo de entrada, que ficou R$ 1,2 mil mais caro, e a versão básica do iPad padrão, que teve um acréscimo de 33%.

A busca por soluções para aliviar essa pressão de custos não obteve sucesso. Rumores passados indicavam que a Apple tentou negociar com a chinesa CXMT para se tornar uma nova fornecedora de componentes. Contudo, as negociações não avançaram devido à falta de acordo sobre os preços. Essa situação mantém a Apple dependente de fornecedores como Micron, SK Hynix e Samsung para seus chips de memória.

O cenário também se mostra complexo para as companhias que fabricam smartphones com o sistema Android. É provável que essas marcas precisem repassar uma parcela maior desses custos aos consumidores, o que pode resultar em aumentos de preços mais acentuados do que os observados nos produtos da Apple.

O futuro dos smartphones no Brasil

Para o mercado brasileiro, a expectativa é que esses aumentos se reflitam nos valores finais dos aparelhos. Os novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max devem ser anunciados em setembro (09) pela Apple. Um dos destaques esperados é a revelação do iPhone Ultra, o primeiro modelo dobrável da marca, que poderá chegar com preços acima de US$ 2 mil (R$ 10 mil).

Essa tendência de encarecimento dos componentes e, consequentemente, dos dispositivos, exige que o consumidor esteja atento às flutuações do mercado. A tecnologia, que busca facilitar o cotidiano, pode se tornar mais custosa, influenciando as decisões de compra e a acessibilidade a inovações que o ToqueTec acompanha diariamente.

Este conteúdo foi criado com auxílio de inteligência artificial e supervisionado por um jornalista do ToqueTec

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