Política
Patrimônio declarado de Lula ao TSE cai mais de 35% em relação a 2022
O petista informou bens que somam R$ 4,8 milhões; queda chega a cerca de 40% em relação a 2018, sem considerar a inflação
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou a quantia de R$ 4,8 milhões em bens à Justiça Eleitoral.
A informação foi disponibilizada para consulta pública neste sábado 8 após o registro definitivo da chapa pelo TSE.
Já o candidato à vice, Geraldo Alckmin (PSB), informou patrimônio de R$ 3,3 milhões, o que representa um crescimento de mais de 200%. Em 2022 era R$ 1 milhão.
Os valores declarados por Lula representam uma diminuição de 35,7% em relação ao que foi informado ao Tribunal Superior Eleitoral quatro anos atrás , quando o petista prestou contas de R$ 7,4 milhões
Na comparação com 2018, quando Lula teve a candidatura impedida com base na Lei da Ficha Limpa, a queda chega a 40,2%. Naquela ocasião, o patrimônio declarado era de R$ 7,99 milhões, em termos nominais, sem contar a inflação no período.
A maior parte do patrimônio declarado – e também a principal redução de valores nos bens de Lula – ocorreu em planos VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre), um tipo de seguro semelhante a um plano de previdência privada. Em 2022, os títulos somavam R$ 5,6 milhões. Agora, totalizam R$ 3,3 milhões, uma queda de cerca de 40%.
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Muita gente esqueceu o que escreveu, disse ou defendeu. Nós não. O compromisso de CartaCapital com os princípios do bom jornalismo permanece o mesmo.
O combate à desigualdade nos importa. A denúncia das injustiças importa. Importa uma democracia digna do nome. Importa o apego à verdade factual e a honestidade.
Estamos aqui, há mais de 30 anos, porque nos importamos. Como nossos fiéis leitores, CartaCapital segue atenta.
Se o bom jornalismo também importa para você, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal de CartaCapital ou contribua com o quanto puder.




