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Marcola nega irregularidade e diz que transferência bancária foi para quitar empréstimo
O ex-assessor de Lula (PT) diz que os sigilos bancário e fiscal estão ‘integralmente à disposição da Justiça’
O ex-chefe de gabinete do presidente Lula (PT), Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, rejeitou nesta terça-feira 4 haver qualquer ilegalidade na transferência realizada pela empresária Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha. Segundo ele, o valor de 249 mil reais foi enviado a ele para o pagamento de um empréstimo.
“Sempre pautei minha atuação pública pela ética, compromisso e transparência. A quem apresenta especulações e ilações, respondo com fatos, documentos e a minha inteira disposição e tranquilidade de colaborar com a Justiça”, diz o texto. Ainda segundo Marcola, os seus sigilos bancário e fiscal estão “integralmente à disposição da Justiça”.
O pagamento a Marcola foi revelado inicialmente pelo Poder360. A relação de Roberta com o ex-chefe de gabinete motivou a PF a pedir a abertura de um terceiro inquérito envolvendo Lulinha — ao todo são três investigações que miram no filho do presidente.
Atualmente, Roberta Luchsinger já é investigada no âmbito da Operação Sem Desconto, deflagrada pela Polícia Federal para apurar o esquema de descontos indevidos contra beneficiários do INSS.
Leia a nota na íntegra:
“A respeito das matérias que tratam do empréstimo pessoal que contraí com Roberta Luchsinger, esclareço:
- Em primeiro lugar, meus sigilos bancário e fiscal estão integralmente à disposição da Justiça. Faço isso para deixar claro e público que jamais houve nada além do empréstimo pessoal que obtive junto a ela, pago com a transferência bancária de R$ 249 mil – uma movimentação de natureza estritamente privada.
- Já constituí advogado e o orientei a fazer uso de todos os documentos a fim de esclarecer os fatos.
- Sempre pautei minha atuação pública pela ética, compromisso e transparência.
- A quem apresenta especulações e ilações, respondo com fatos, documentos e a minha inteira disposição e tranquilidade de colaborar com a Justiça“.
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