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O que se sabe sobre o caso de comerciante desaparecido na Grande SP

Marcelo Magalhães de Almeida, de 31 anos, está desaparecido desde a noite da quinta-feira 16, em Carapicuíba

O que se sabe sobre o caso de comerciante desaparecido na Grande SP
O que se sabe sobre o caso de comerciante desaparecido na Grande SP
Marcelo Magalhães de Almeida, de 31 anos, foi visto pela última vez na noite de quinta-feira (16). Créditos: Reprodução/TV Globo
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A Polícia Civil de São Paulo investiga o desaparecimento de um comerciante em Carapicuíba, na Grande São Paulo. Marcelo Magalhães de Almeida, de 31 anos, está desaparecido desde a noite da quinta-feira 16.

Na data, por volta das 20h30, o comerciante foi visto saindo de casa, de carro. Às 21h, foi visto em um bar, na Estrada da Fazendinha, na companhia de um homem conhecido pelo apelido de ‘Fumaça’. Segundo os policiais, os homens bebiam no local. Marcelo teria deixado o bar sozinho com seu carro, e não foi mais visto.

Mais tarde, as 22h50, o carro do comerciante, um utilitário blindado branco, foi abandonado na Rua das Andorinhas, na altura do número 100, em Carapicuíba. Segundo o boletim de ocorrência, um homem desconhecido, magro, alto, usando blusa preta, capuz azul, calça jeans clara e tênis branco, estacionou o veículo e fugiu correndo.

O veículo foi recolhido e passará por perícia. Ainda de acordo com o documento, o homem que esteve com o empresário teria dado versões diferentes sobre o desaparecimento. A polícia realiza buscas na região para tentar localizar o comerciante.

A operação se concentra em uma área de mata de propriedade da Sabesp, na Rua Patrocínio Paulista, e conta com equipes do 33º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano, do Canil do 5º BAEP, apoio do Canil da Guarda Civil Municipal, drones e do helicóptero Águia PM, equipado com câmera de imagem térmica.

A Polícia Civil prendeu três suspeitos e procura um quarto envolvido no caso. Em nota, informou que pode se tratar de homicídio qualificado.

O delegado Fabiano Barbeiro, responsável pelas investigações, afirmou que o caso foi registrado inicialmente como desaparecimento, mas que, diante de novas informações, optou por formalizar como possível homicídio qualificado.

Segundo a polícia, o crime teria sido premeditado após um desentendimento financeiro entre a vítima e um dos suspeitos. O empresário teria sido atraído para um imóvel ao qual o investigado tinha acesso. Depois de transferências bancárias realizadas a partir da conta do empresário, este teria sido levado pelos criminosos até uma comunidade de Carapicuíba.

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