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Acolhimento no SUS por laços afetivos com bebês reborn volta ao radar da Câmara

Laura Carneiro, do PSD do Rio de Janeiro, voltou a questionar o governo Lula sobre medidas

Acolhimento no SUS por laços afetivos com bebês reborn volta ao radar da Câmara
Acolhimento no SUS por laços afetivos com bebês reborn volta ao radar da Câmara
Bebê reborn. Foto: Douglas Magno/AFP
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A deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ) apresentou um requerimento para solicitar informações ao Ministério da Saúde sobre as providências adotadas com o objetivo de garantir o acolhimento e o cuidado em saúde mental de pessoas que desenvolvem “laços afetivos” com bonecos hiper-realistas, os chamados bebês reborn.

Em agosto de 2025, a Câmara enviou ao ministério um documento no qual Carneiro sugeria a elaboração de um documento para orientar a Rede de Atenção Psicossocial e a Atenção Primária à Saúde. O intuito, segundo ela, era oferecer “cuidado qualificado e humanizado a essa população, sem estigmas”.

Agora, a deputada questiona a pasta sobre o andamento do caso. Pergunta, por exemplo, se o Ministério da Saúde estudou o “fenômeno” do uso de bebês reborn como suporte emocional e se pretende editar uma nota técnica a respeito.

Relator do requerimento, o deputado Altineu Côrtes (PL-RJ) emitiu na última quinta-feira 9 um parecer pelo envio do documento à Saúde.

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