Política
Alvaro Dias lidera disputa pelo Senado no Paraná, mostra pesquisa; briga pela segunda vaga está aberta
Quatro outros pré-candidatos estão tecnicamente empatados nas diferentes simulações testadas
O ex-senador Alvaro Dias (MDB) é o favorito dos eleitores paranaenses para retornar à Casa Alta, segundo levantamento publicado nesta terça-feira 7 pelo instituto Paraná Pesquisas. A briga pela segunda vaga está totalmente aberta, com quatro nomes empatados.
Dias tem liderança folgada no único cenário em que seu nome é apresentado como alternativa aos eleitores. Na sequência, vêm Gleisi Hoffmann (PT), Deltan Dallagnol (Novo), Alexandre Curi (Republicanos) e Filipe Barros (PL), com diferenças abaixo da margem de erro, o que indica empate quádruplo.
Em outros dois cenários, Alvaro Dias não é apresentado como opção. Em ambos a disputa segue muito acirrada, com empates entre Curi, Gleisi, Barros e Dallagnol.
Veja os percentuais:
Cenário 1
- Alvaro Dias (MDB) – 39,7%
- Gleisi Hoffmann (PT) – 25,9%
- Deltan Dallagnol (Novo) – 25,2%
- Alexandre Curi (Republicanos) – 23,5%
- Filipe Barros (PL) – 22,9%
- Coronel Hudson (PSD) – 10,6%
- Dr. Rosinha (PT) – 8,3%
- Hauly (Podemos) – 3,9%
- Não sabe/não opinou – 6%
- Nenhum/branco/nulo – 7,3%
Cenário 2
- Alexandre Curi (Republicanos) – 30,2%
- Gleisi Hoffmann (PT) – 28,9%
- Filipe Barros (PL) – 27,8%
- Deltan Dallagnol (Novo) – 27,7%
- Coronel Hudson (PSD) – 15%
- Dr. Rosinha (PT) – 12,5%
- Hauly (Podemos) – 5,1%
- Não sabe/não opinou – 6,7%
- Nenhum/branco/nulo – 8,8%
Cenário 3
- Alexandre Curi (Republicanos) – 31,2%
- Filipe Barros (PL) – 28,9%
- Gleisi Hoffmann (PT) – 28,7%
- Deltan Dallagnol (Novo) – 28,1%
- Cristina Graeml (PSD) – 13,2%
- Dr. Rosinha (PT) – 12,5%
- Hauly (Podemos) – 5,6%
- Não sabe/não opinou – 6,9%
- Nenhum/branco/nulo – 8,5%
Os pesquisadores ouviram 1.500 eleitores paranaenses entre os dias 3 e 6 de julho. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos. O código de registro na Justiça Eleitoral é PR-01166/2026.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.




