Política

Os novos números da disputa ao Senado em São Paulo, segundo o Datafolha

Marina lidera, seguida por Simone Tebet; entretanto, a disputa pelas duas vagas está acirrada

Os novos números da disputa ao Senado em São Paulo, segundo o Datafolha
Os novos números da disputa ao Senado em São Paulo, segundo o Datafolha
Marina, Tebet, Salles, André do Prado e Derrite: disputa aberta por duas vagas no Senado – Fotos: Geraldo Magela/Agência Senado; Gabriela Pires/MPO; Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados; Alesp; Wesley Amaral/Câmara dos Deputados
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Eleições 2026

A disputa pelas duas vagas ao Senado em São Paulo está acirrada, segundo levantamento divulgado na noite de segunda-feira 6 pelo instituto Datafolha. Duas ex-ministras do governo Lula aparecem nas primeiras posições: Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB), mas seguidas de perto por nomes alinhados ao bolsonarismo.

O levantamento indica empate técnico entre as duas ex-ministras na liderança, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Entretanto, Tebet também está empatada tecnicamente com o terceiro colocado, Ricardo Salles (Novo).

Na sequência, vêm André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP), ambos nomes ligados ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Pela margem de erro, eles estão empatados com Salles e se aproximam de Tebet.

Veja os percentuais:

  • Marina Silva (Rede) – 18%
  • Simone Tebet (PSB) – 16%
  • Ricardo Salles (Novo) – 13%
  • André do Prado (PL) – 11%
  • Guilherme Derrite (PP) – 10%
  • Paulinho da Força (Solidariedade) – 8%
  • Em branco/nulo/nenhum – 17%
  • Não sabem – 7%

A pesquisa já considera a chapa ligada ao atual presidente fechada. Márcio França (PSB), que também queria concorrer, foi indicado como candidato a vice-governador na chapa de Fernando Haddad (PT). Enquanto isso, o bolsonarismo segue com três nomes: Salles não consegue se acertar com os outrora aliados.

O Datafolha destacou, ainda, o alto índice de eleitores que afirmam não saber em quem vão votar na pesquisa espontânea, ou seja, quando não são apresentados os nomes dos pré-candidatos: nada menos que 81%, o que indica alto grau de indecisão a esta altura.

Foram ouvidas 1.608 pessoas entre os dias 1º e 3 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com os códigos SP-01703/2026 e BR-06481/2026.

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