A Copa de Trump e o custo da submissão
Desde a Copa de Trump até as Olimpíadas de Berlim em 1936, quando o silêncio diante do poder deixa de ser neutralidade e passa a ser cumplicidade?
A Copa do Mundo de 2026 promete um espetáculo global com estádios lotados — ao mesmo tempo em que apresenta cifras obscenas que afastam as massas de torcedores. Mas o torneio também levanta uma pergunta incômoda: o que significa celebrar o futebol em meio ao avanço de um projeto autoritário nos Estados Unidos? Neste episódio do podcast “De Cabeça para Baixo”, Jamil Chade conecta a construção do “estado policial” de Donald Trump, a transformação da Copa em evento para elites e o papel histórico do esporte como ferramenta política.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
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