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5 novidades no mercado de celulares que você precisa conhecer
Com câmeras cada vez mais avançadas, baterias gigantes e IA integrada ao sistema, novos smartphones mostram como a disputa no setor vai além da potência bruta em 2026
O mercado de smartphones entrou em 2026 acelerando em três frentes claras: câmeras mais ambiciosas, baterias gigantes, integração total entre aparelhos e um salto na inteligência artificial embarcada. Novos modelos e recursos de sistema começam a redesenhar a forma como a gente fotografa, compartilhar arquivos e usa o celular no dia a dia.oficinadanet.com+2
Motorola Edge 70 Pro: bateria gigante e câmera reforçada
Lançado no fim de abril, o Motorola Edge 70 Pro é o novo intermediário premium da marca, com ficha técnica que encosta em topos de linha. Ele traz tela AMOLED de 6,78 polegadas com resolução 1272 x 2772 pixels e taxa de atualização de 144 Hz, processador MediaTek Dimensity 8500 Extreme, 12 GB de RAM e opções de 256 GB ou 512 GB de armazenamento.mundoconectado.com+1
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O conjunto se completa com câmera principal de 50 MP, sensor telefoto inédito na linha, bateria de 6.500 mAh em tecnologia silício-carbono e carregamento rápido de 90 W, além de proteções IP68, IP69 e certificação militar MIL-STD 810H. No Brasil, o 70 Pro estreia a linha Collections by Motorola, apostando em acabamentos diferenciados e integração forte de recursos de IA em câmera e sistema, rodando Android 16 com promessa de três grandes atualizações.
Quick Share integrado ao WhatsApp e mais perto do AirDrop
Do lado do Google, a novidade está na forma de compartilhar arquivos. O Quick Share, sistema nativo de envio de arquivos entre aparelhos Android, passou a funcionar mesmo sem internet, usando Bluetooth e Wi-Fi Direct, e ganhou integração com o WhatsApp para facilitar o envio offline.
Na prática, o recurso aproxima ainda mais o ecossistema Android da experiência do AirDrop, da Apple: fica mais simples mandar fotos, vídeos e documentos entre celulares por proximidade e depois continuar a conversa ou o envio de forma transparente pelo mensageiro quando a conexão volta. A atualização também expande a compatibilidade com o próprio AirDrop em ambientes mistos, sinalizando um foco maior em interoperabilidade entre plataformas.
Xperia 1 VIII: câmera redesenhada para entusiastas
A Sony confirmou o lançamento do Xperia 1 VIII, seu novo topo de linha com foco declarado em fotografia avançada. O aparelho chega com Snapdragon 8 Elite Gen 5, até 1 TB de armazenamento, tela OLED de 6,5 polegadas com 120 Hz e bateria prometida para até “dois dias” de uso, segundo a fabricante.
O grande diferencial continua sendo a câmera: o 1 VIII estreia uma lente telefoto redesenhada e um novo assistente de câmera com IA, o Xperia Intelligence, capaz de sugerir ajustes de bokeh, escolha de lente, efeitos e configurações com base na cena. Na Europa, o modelo entra em pré-venda a partir de 1.499 euros na versão de 256 GB, reforçando o posicionamento como smartphone para quem trata o celular como câmera principal.
Xiaomi 18 Pro Max: dois sensores de 200 MP e bateria brutal
Mesmo ainda não lançado oficialmente, o Xiaomi 18 Pro Max já movimenta o noticiário com vazamentos consistentes. Leaks apontam que o modelo deve estrear com processador Snapdragon 8 Elite Gen 6 (2 nm), até 16 GB de RAM, 1 TB de armazenamento e bateria na casa dos 7.500 mAh, com carga rápida de 120 W no cabo e 50 W sem fio.
O destaque, porém, é o conjunto de câmeras: rumores falam em dois sensores de 200 MP – um principal e outro na telefoto periscópica – com nova tecnologia LOFIC HDR 3.0 para ampliar alcance dinâmico, além de lente ultrawide de 50 MP e selfie de 50 MP. A tela OLED de 6,9 polegadas com tecnologia LIPO, bordas ultrafinas, resolução 2K, taxa LTPO de 120 Hz e brilho mínimo de 1 nit completa o pacote voltado tanto a fotografia quanto a consumo intenso de mídia.
Gemini no Android 17 e a nova fase da IA no sistema
Se o hardware avança rápido, o software não fica atrás. O Android 17, próxima grande versão do sistema do Google, deve consolidar a integração com o Gemini, modelo de IA generativa da empresa, levando recursos hoje concentrados em apps específicos para o sistema como um todo.
A expectativa é que o Gemini seja usado para escrever e resumir textos em qualquer campo de digitação, sugerir respostas inteligentes em mensageiros, organizar notificações, gerar imagens rápidas e até atuar como assistente mais profundo dentro dos ajustes do aparelho, aprendendo hábitos para automatizar rotinas. Em conjunto com o Quick Share reformulado, a ideia é que o Android 17 ofereça uma experiência mais integrada de IA e compartilhamento: do ajuste automático de fotos à forma como arquivos circulam entre celulares, PCs e apps de comunicação.
No conjunto, esses movimentos mostram um mercado de celulares que não vive mais só de ganho de potência bruta: a disputa agora passa por IA embarcada, integração entre dispositivos e sistemas de câmera e bateria pensados para aguentar o ritmo de uso pesado – e, em 2026, o consumidor atento tem boas novidades para ficar de olho.
Este conteúdo foi criado com auxílio de inteligência artificial e supervisionado por um jornalista do ToqueTec
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