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PGR se manifesta a favor de reduzir pena de homem que quebrou relógio histórico no 8 de Janeiro
Antônio foi condenado a 17 anos de prisão por envolvimento nos atos golpistas em 8 de Janeiro
A Procuradoria-Geral da República se manifestou a favor do pedido da defesa de Antônio Cláudio Ferreira para reduzir a pena em 133 dias. Ele foi condenado a 17 anos de prisão pelos atos golpistas de 8 de Janeiro e ficou conhecido por quebrar relógio histórico no 8 de Janeiro.
Segundo a defesa do mecânico, ele concluiu o ensino médio, através da aprovação no Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (ENCCEJA).
“Na espécie, o apenado demonstrou ter participado do ENCCEJA 2025 – Ensino Médio, obtendo aprovação em quatro áreas de conhecimento, incluindo a redação. Incide, ainda, o acréscimo de 1/3, a que se refere o art. 126, § 5o, da Lei de Execuções Penais, em razão da conclusão da etapa educacional10. Desse modo, o apenado faz jus a 133 dias de remição da pena”, registrou o PGR Paulo Gonet nesta terça-feira 19.
Antônio foi condenado a 17 anos de prisão por envolvimento nos atos golpistas em 8 de Janeiro. Durante os ataques, Ferreira quebrou um relógio do século XVII, em exposição no Palácio do Planalto.
A obra, trazida por Dom João VI para o Brasil em 1808, é feita de casco de tartaruga e de um tipo de bronze que não é fabricado há dezenas de anos.
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