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X4: o e-reader de bolso que quer substituir o celular na hora da leitura

Com tela e-ink de 4,3”, apenas 74 g e 5,9 mm, o X4 aposta em leitura “tipo papel” e zero distrações para caber no bolso e na rotina

X4: o e-reader de bolso que quer substituir o celular na hora da leitura
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Ler no celular é prático, mas nem sempre é confortável. Notificações o tempo todo, brilho alto e cansaço visual acabam tirando o foco do livro em poucos minutos. É exatamente nesse cenário que o X4 tenta se encaixar: um e-reader ultra compacto, com tela e-ink de 4,3 polegadas, resolução de 220 ppi e só 74 g, pensado para ser o “livro de bolso” da vida digital.

Criado para ser versátil e prático sem concorrer com os grandes leitores tradicionais, o X4 mira as pequenas pausas do dia: fila do mercado, espera no consultório, pausa entre reuniões, trajetos curtos. Pequeno o suficiente para sumir no bolso, mas grande o bastante para entregar texto legível e confortável, com visual mais próximo do papel do que da tela brilhante do smartphone.

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Tela e-ink pequena, mas confortável

O coração do X4 é a tela e-ink de 4,3”, com resolução de 480 x 800 pixels (220 ppi). Não é o mesmo nível de nitidez dos e-readers premium, que chegam a 300 ppi, mas é adequado para o tamanho compacto do painel e para fontes em tamanho médio. A proposta é clara: leitura confortável, sem exagero de brilho e com menos cansaço visual que as telas LCD ou OLED.

Como usa tinta eletrônica, o X4 reflete a luz ambiente em vez de emitir luz forte diretamente nos olhos. A sensação é mais próxima à de uma página impressa, especialmente em ambientes bem iluminados. Ele não traz iluminação embutida, então à noite depende de uma luminária ou luz do ambiente. Para alguns, isso é uma limitação; para outros, é justamente o que viabiliza uma bateria que dura muitos dias longe da tomada.

Design ultra fino, pronto para o bolso

No design, o X4 leva o minimalismo ao extremo: mede cerca de 114 x 69 x 5,9 mm e pesa 74 g, praticamente o peso de um chaveiro. O corpo fino facilita o uso com uma mão e torna o aparelho discreto no bolso, na mochila ou na bolsa. É o tipo de gadget que você esquece que está carregando.

Um diferencial é a traseira magnética. O X4 pode ser acoplado à traseira de smartphones compatíveis com MagSafe ou com acessórios magnéticos, criando um “combo” celular + e-reader na mesma peça. Para aparelhos sem esse sistema, dá para usar anéis magnéticos adesivos que cumprem o mesmo papel. A ideia é manter o leitor sempre por perto, sem ocupar espaço extra.

A navegação é feita por botões físicos, sem touchscreen. Há tecla de energia e botões para virar páginas e navegar pelos menus. Isso evita toques acidentais, reforça a proposta de foco total na leitura e entrega uma experiência mais tátil, quase analógica.

Minimalista por dentro: foco só em leitura

Por dentro, o X4 segue a mesma filosofia minimalista. Ele não roda Android nem oferece loja integrada de e-books. A leitura é feita a partir de arquivos em formatos abertos, como EPUB e TXT, além de alguns formatos de imagem. É um leitor pensado para quem já tem (ou está disposto a montar) uma biblioteca própria, usando ferramentas como Calibre ou baixando livros sem DRM.

O armazenamento costuma vir via cartão microSD, com 32 GB já incluídos e possibilidade de expansão. Isso é mais do que suficiente para milhares de livros de texto puro. A conectividade é básica, com Wi-Fi de 2,4 GHz e USB-C para recarga e transferência de arquivos, suficiente para enviar e organizar a sua coleção sem complicações.

A bateria de 650 mAh, somada ao baixo consumo da tela e-ink, rende vários dias — ou até semanas — de uso moderado. Para o usuário, o efeito é simples: dá para esquecer o carregador por um bom tempo.

Para quem ele faz sentido

O X4 não quer ser o único e-reader da casa, nem substituir tablets. Ele se posiciona como segundo dispositivo, ideal para quem:

  • quer aproveitar pequenos intervalos do dia para ler;
  • está cansado de se distrair com o celular sempre que abre um livro;
  • gosta da ideia de um aparelho dedicado, sem apps e sem notificações;
  • tem (ou pretende ter) uma biblioteca em formatos compatíveis.

Para leitura de PDFs complexos, quadrinhos e materiais cheios de gráficos, a tela pequena pode ser um limite. Mas para romances, não ficção, textos contínuos e estudos leves, ele cumpre bem o papel de “papel digital de bolso”.

E a venda no Brasil?

O X4 ainda não é vendido oficialmente no Brasil. Mas em uma busca em marketplaces é possível encontrar no formato de compra internacional. O preço está ao redor de 400 reais.

Este conteúdo foi criado com auxílio de inteligência artificial e supervisionado por um jornalista do ToqueTec

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