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Hermès Boombox Plume: a bolsa boombox que transforma nostalgia em luxo máximo

Apresentada na linha no outono/inverno 2026 masculino, a Boombox Plume reinventa um clássico discreto da Hermès como rádio portátil de couro — peça manifesto que custa mais do que um carro e mira colecionadores

Hermès Boombox Plume: a bolsa boombox que transforma nostalgia em luxo máximo
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Na temporada masculina de outono/inverno 2026, a Hermès levou para a passarela uma das peças mais comentadas do ano: a Boombox Plume, uma bolsa que parece ter saído direto da era dos rádios portáteis dos anos 1980, mas feita inteiramente em couro de altíssimo padrão. O modelo transforma a tradicional Plume FourreTout, criada a partir de pastas de documentos dos anos 1920 e lançada como bolsa nos anos 1960, em um objetoescultura que mistura moda masculina, memória sonora e artesanato de luxo.

A peça surge em um momento simbólico: o último desfile de Véronique Nichanian à frente da linha masculina da Hermès, o que reforça o caráter de “manifesto nostálgico” da coleção e da própria bolsaboombox.

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Como é a Boombox Plume

Visualmente, a Boombox Plume é um trompel’œil (algo como uma ilusão de ótica) em couro. Em vez de um simples retângulo minimalista, a frente da bolsa ganha:

  • Dois “altofalantes” circulares em relevo, cuidadosamente esculpidos no couro, simulando os cones de som de um boombox clássico.
  • Barra de botões de playback – play, stop, pause, avanço – desenhados em altorelevo, como se fossem comandos funcionais de um tocafitas.
  • Mini carteira em forma de cassete, encaixada na parte frontal e removível, que se abre como uma fita K7 e serve de compartimento extra.
  • Zíperes posicionados como “dials” de volume, brincando com a ideia de regular o som ao mesmo tempo em que abrem e fecham o interior da bolsa.

Feita em couro macio (como o clássico Gold e versões em preto), com ferragens em paládio, a Boombox Plume mantém a estrutura leve e retangular da Plume, mas inverte sua vocação de peça discreta: aqui, a bolsa foi pensada para chamar atenção, ocupar a cena e virar assunto em desfiles, redes sociais e vitrines.

Da Plume “subestimada” ao objeto de culto

Entre as bolsas da Hermès, a Plume sempre ocupou um lugar mais silencioso, considerada por alguns especialistas como “um dos modelos mais subestimados” da maison. Com origem em maletas de documentos dos anos 1920 e linhas muito limpas, ela raramente recebe a mesma atenção de ícones como Birkin, Kelly ou Constance.

A Boombox Plume muda esse jogo ao colocar a Plume no centro de uma narrativa de luxo lúdico. Ao transformála em rádio portátil, a Hermès absorve a estética da cultura de rua oitentista, quando boomboxes eram símbolo de música compartilhada em espaços públicos, e a reinterpreta com couro, costura à mão e ferragens de alta joalheria. O resultado é um objeto que funciona mais como arte portátil do que como bolsa funcional, reforçando a tradição da marca em criar peças que circulam entre moda, design e colecionismo.

 Quanto custa – e para quem é

Como a maioria das criações mais experimentais da Hermès, a Boombox Plume não aparece com preço oficial em listas públicas. Algumas pessoas apostam em valores a partir de 25 mil dólares, algo ao redor de 27 mil reais. Uma bagatela para uma marca que ter produtos que beiram os 100 mil reais.

Este conteúdo foi criado com auxílio de inteligência artificial e supervisionado por um jornalista do ToqueTec

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