Esporte

Justiça do Paraguai manda prender empresária acusada de falsificar documentos de Ronaldinho

O ex-jogador ficou preso por quase seis meses em Assunção, em 2020

Justiça do Paraguai manda prender empresária acusada de falsificar documentos de Ronaldinho
Justiça do Paraguai manda prender empresária acusada de falsificar documentos de Ronaldinho
Foto: Sérgio Lima/AFP
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A justiça do Paraguai mandou para a prisão nesta segunda-feira 13 uma empresária paraguaia acusada de ter fornecido documentos falsos a Ronaldinho Gaúcho, o que levou o ex-jogador a ficar preso por quase seis meses em Assunção, em 2020.

Dalia López foi detida em 2 de abril na capital paraguaia, após ficar foragida por seis anos, e vinha sendo mantida sob custódia policial desde então.

Nesta segunda-feira, o juiz Francisco Acevedo citou o “risco de fuga” e confirmou que López deve permanecer em prisão preventiva no presídio feminino de Emboscada, a 35 quilômetros de Assunção.

Dalia López é acusada de associação criminosa e de, supostamente, ter fornecido documentos falsos a Ronaldinho e a seu irmão e empresário, Roberto de Assis Moreira.

A empresária de 55 anos havia organizado a visita de Ronaldinho Gaúcho ao Paraguai para participar de um evento beneficente.

Ao chegar ao país, o ex-jogador foi detido por apresentar um passaporte e uma carteira de identidade falsificados.

Ronaldinho passou quase um mês na prisão do Grupo Especializado da Polícia de Assunção e teve de pagar uma fiança de 1,6 milhão de dólares (cerca de 8 milhões de reais na cotação atual) antes de ser colocado em prisão domiciliar, com seu irmão.

Eles ficaram hospedados em um hotel na capital paraguaia até conseguirem a liberdade. Até o momento, 18 pessoas foram indiciadas por terem ligação com o caso.

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