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Bolívia e agência antidrogas dos EUA retomam investigações conjuntas sobre narcotráfico após 18 anos
Em 2008, o então presidente Evo Morales (2006-2019) rompeu relações com os Estados Unidos e expulsou a DEA
A Bolívia voltou a investigar conjuntamente com a DEA casos de narcotráfico, mesmo antes de a agência antidrogas americana reabrir seu escritório depois de ter sido expulsa do país há 18 anos, informou à AFP, nesta quarta-feira 1º, o czar antidrogas Ernesto Justiniano.
Em 2008, o então presidente Evo Morales (2006-2019) rompeu relações com os Estados Unidos e expulsou a DEA por seu suposto apoio a um complô contra seu governo.
“Agora, esperamos nós que (os agentes da DEA) voltem a ter um escritório permanente” na Bolívia, embora já “é como se estivessem porque há um trabalho conjunto, de investigações conjuntas”, disse Ernesto Justiniano, vice-ministro da Defesa Social e encarregado da política antidrogas do país.
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