Mundo

Líder opositora de Taiwan aceita convite de Xi Jinping para visitar a China

A presidente do Kuomintang (KMT), Cheng Li-wun, ‘aceitou de bom grado’ o convite para liderar uma delegação na visita à China, afirmou o partido em um comunicado

Líder opositora de Taiwan aceita convite de Xi Jinping para visitar a China
Líder opositora de Taiwan aceita convite de Xi Jinping para visitar a China
Xi Jinping, o presidente da China. Foto: Ludovic MARIN / POOL / AFP
Apoie Siga-nos no

A líder do principal partido de oposição de Taiwan aceitou um convite do presidente Xi Jinping para visitar a China em abril, informaram nesta segunda-feira 30 sua legenda e a imprensa estatal chinesa.

A presidente do Kuomintang (KMT), Cheng Li-wun, “aceitou de bom grado” o convite para liderar uma delegação na visita à China, afirmou o partido em um comunicado, que confirma a informação publicada pela agência estatal chinesa Xinhua.

O KMT defende relações mais estreitas e um comércio maior com a China, apesar de Pequim considerar Taiwan como parte de seu território e não descartar o uso da força para tomar a ilha.

Cheng “espera que as partes unam esforços para impulsionar o desenvolvimento pacífico das relações através do Estreito de Taiwan”, afirmou o KMT no comunicado.

Ela também defendeu que as duas partes trabalhem “pela paz no Estreito de Taiwan e por maior bem-estar para os povos nos dois lados”.

A Xinhua indicou que a delegação do KMT visitará a China continental de 7 a 12 de abril, sem revelar as cidades e se a agenda terá uma reunião com Xi.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.

CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.

Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo