Mundo
Trump ameaça o Irã e exige negociações: ‘É melhor levarem as coisas a sério rapidamente’
O presidente dos EUA voltou a criticar os aliados da Otan
O presidente americano, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira 26 que o Irã deve “levar a sério rapidamente” as conversas com os Estados Unidos para pôr fim à guerra no Oriente Médio.
Os negociadores iranianos estão “implorando para chegarmos a um acordo – o que devem fazer, já que estão militarmente aniquilados, sem nenhuma possibilidade de recuperação e, no entanto, eles afirmam publicamente que estão apenas ‘analisando nossa proposta’. ERRADO!!!”, publicou Trump em sua plataforma Truth Social.
“É melhor levarem as coisas a sério rapidamente, antes que seja tarde demais; porque, quando isso acontecer, NÃO HAVERÁ VOLTA, e a situação não será nada bonita!”, acrescentou o presidente americano.
Trump afirmou ainda que os Estados Unidos “não precisam de nada da Otan”.
“Os países da Otan não fizeram absolutamente nada para ajudar a nação lunática, agora militarmente dizimada, do Irã”, escreveu. “Os Estados Unidos não precisam de nada da Otan, mas ‘nunca esqueçam’ deste momento muito importante da história!”, acrescentou.
Trump pressiona os países aliados para que participem da operação de segurança do Estreito de Ormuz, cujo bloqueio de fato por parte do Irã desde o início da guerra, em 28 de fevereiro, provoca graves perturbações no mercado de energia mundial.
Os aliados europeus se mostraram contrários a assumir o compromisso com uma eventual missão no âmbito da Otan, embora Reino Unido e França tenham começado a explorar, com quase 30 países, uma possível missão de segurança na região.
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Muita gente esqueceu o que escreveu, disse ou defendeu. Nós não. O compromisso de CartaCapital com os princípios do bom jornalismo permanece o mesmo.
O combate à desigualdade nos importa. A denúncia das injustiças importa. Importa uma democracia digna do nome. Importa o apego à verdade factual e a honestidade.
Estamos aqui, há mais de 30 anos, porque nos importamos. Como nossos fiéis leitores, CartaCapital segue atenta.
Se o bom jornalismo também importa para você, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal de CartaCapital ou contribua com o quanto puder.



