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Trump afirma que teve ‘conversas produtivas’ com o Irã pelo fim da guerra

Presidente dos EUA afirma que ordenou suspensão de ataques contra infraestruturas energéticas

Trump afirma que teve ‘conversas produtivas’ com o Irã pelo fim da guerra
Trump afirma que teve ‘conversas produtivas’ com o Irã pelo fim da guerra
O presidente dos EUA, Donald Trump. Foto: Saul Loeb/AFP
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na manhã desta segunda-feira 23 que teve “conversas produtivas” com o governo do Irã, e indicou que a guerra no Oriente Médio pode estar perto do fim. A imprensa estatal iraniana, porém, negou a existência de diálogo.

Em texto escrito em letras maiúsculas postado em sua rede, a Truth Social, Trump disse que as conversas com os iranianos foram “muito boas” e que está em vista uma “resolução completa de todas as hostilidades”.

“Com base no teor e no tom dessas conversas aprofundadas, detalhadas e construtivas, que continuarão ao longo da semana, instruí o Departamento de Guerra a adiar todos e quaisquer ataques militares contra usinas de energia e infraestrutura energética iranianas por um período de cinco dias, sujeito ao sucesso das reuniões e discussões em andamento”, anotou Trump.

A manifestação do presidente dos EUA acontece dois dias depois que, também via rede social, ele anunciou uma espécie de ultimato, ao dizer que os iranianos tinham até esta segunda-feira para reabrir o Estreito de Ormuz.

“Se o Irã não abrir totalmente, sem ameaças, o Estreito de Ormuz, dentro de 48 horas a partir deste momento exato, os Estados Unidos atacarão e aniquilarão suas numerosas usinas de energia”, ameaçou. O prazo, portanto, venceria nesta segunda.

Imprensa iraniana nega

Horas após a postagem de Trump, a imprensa estatal iraniana negou que haja diálogo em andamento com o presidente dos EUA. “Não há conversações entre Teerã e Washington”, afirmou a agência de notícias Mehr, que citou o Ministério das Relações Exteriores do Irã.

Segundo a agência, as declarações de Trump são parte de uma tentativa “de reduzir os preços da energia”. Outros meios de comunicação publicaram informações semelhantes.

(Com informações da AFP.)

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