Política
A disputa entre Furlan e Clécio pelo governo do Amapá, segundo o Paraná Pesquisas
O ex-prefeito de Macapá lidera o cenário contra o atual governador
Levantamento publicado nesta terça-feira 17 pelo instituto Paraná Pesquisas mostra que Dr. Furlan (PSD), ex-prefeito de Macapá, é o favorito para assumir o governo do Amapá após as eleições deste ano. Ele tem liderança folgada na disputa com o atual governador, Clécio Luís (União Brasil).
O Paraná Pesquisas testou apenas um cenário para a disputa ao governo, apenas com os nomes de Furlan e Clécio.
Veja os percentuais:
- Dr. Furlan (PSD) – 65,1%
- Clécio Luís (União Brasil) – 25,3%
- Não sabe/não opinou – 4,4%
- Nenhum/branco/nulo – 5,2%
Furlan renunciou ao cargo de prefeito da capital amapaense no início deste mês, um dia depois de ter sido afastado do cargo pelo Supremo Tribunal Federal em meio a investigações sobre obras de um hospital público. Na ocasião, anunciou a candidatura ao governo.
Disputa pelo Senado
O Paraná Pesquisas testou, ainda, dois cenários para a disputa pelas duas vagas destinadas ao Amapá no Senado Federal. O levantamento mostra cenário difícil para o líder do Governo Lula no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), que vai em busca de um novo mandato.
A popularidade da família Furlan fica evidente também nessa disputa: Rayssa Furlan (Podemos), esposa do ex-prefeito de Macapá, é a favorita dos eleitores.
Cada entrevistado pode citar até dois nomes em cada simulação ao Senado (nas eleições, cada eleitor poderá votar em até dois candidatos).
Confira os percentuais:
Cenário 1
- Rayssa Furlan (Podemos) – 63,8%
- Lucas Barreto (PSD) – 46,2%
- Randolfe Rodrigues (PT) – 39%
- Waldez Góes (PDT) – 14,8%
- Acácio Favacho (MDB) – 14,3%
- Não sabe/não opinou – 4,2%
- Nenhum/branco/nulo – 4,4%
Cenário 2
- Rayssa Furlan (Podemos) – 66,1%
- Lucas Barreto (PSD) – 51,8%
- Randolfe Rodrigues (PT) – 41,7%
- Waldez Góes (PDT) – 17,1%
- Não sabe/não opinou – 4,5%
- Nenhum/branco/nulo – 4,2%
O Paraná Pesquisas ouviu 1.200 eleitores em 15 cidades amapaenses entre os dias 12 e 15 de março. A margem de erro é de 2,9 pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o código AP-00767/2026.
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