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A OpenAI abre a caixa de ferramentas. E vai lançar produtos

A OpenAI colocou um novo tipo de produto no foco do seu próximo ciclo de negócios: produtos de consumo com IA. O item mais próximo de virar realidade, hoje, é um assistente virtual para enfrentar o mercado da Alexa e que pode, segundo as primeiras notícias, incluir autenticação facial […]

A OpenAI abre a caixa de ferramentas. E vai lançar produtos
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A OpenAI colocou um novo tipo de produto no foco do seu próximo ciclo de negócios: produtos de consumo com IA. O item mais próximo de virar realidade, hoje, é um assistente virtual para enfrentar o mercado da Alexa e que pode, segundo as primeiras notícias, incluir autenticação facial no estilo Face ID para ações como compras. 

O projeto é resultado do trabalho de Jony Ive (ex-Apple), em uma frente de design e desenvolvimento que passou a operar de forma integrada à OpenAI. O peso do nome de Ive não é detalhe: ele representa a tentativa de levar a IA para um objeto desejável e doméstico, com linguagem e design atraente, integrado como objeto de decoração e não de laboratório.

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A ideia do dispositivo é simples e, ao mesmo tempo, atraente para o mercado: um hub sempre ligado, com microfones e uma câmera capaz de captar contexto como objetos em uma mesa, presença de pessoas, dinâmica de conversas, e transformar isso em assistência de IA mais contínua do que a interação “abre app, digita, pergunta”. A ideia central é compreender o ambiente e ter adaptabilidade, uma das principais características da IA.

A câmera não será apenas visão computacional. O pacote cogitado inclui reconhecimento facial semelhante ao Face ID, como mecanismo de autenticação para, por exemplo, autorizar pagamentos e transações.

Há um motivo pragmático para a OpenAI entrar no mundo dos produtos físicos. A Inteligência Artificial generativa virou camada de software em todo lugar, mas o “lugar” onde ela mora ainda é, na maioria das vezes, um ambiente produzido por outras empresas. Ao apostar em um produto, a OpenAI cria um dispositivo em que o ChatGPT esteja presente fisicamente, aumentando seu poder de uso e, evidentemente, de marca. Outro fator é que usar o ChatGPT passa a ser uma ação muito mais amigável e inserida no cotidiano. Cria-se um hábito.

O preço para o consumidor: privacidade

Uma câmera ligada e observando o ambiente é um avanço significativo. Mas gera algumas inseguranças. Os riscos de acessos indesejáveis, a possibilidade de gravações, a transmissão desses dados e outras ameaças devem ser consideradas. O sucesso do produto não depende da percepção de conforto, do design agradável e, fundamentalmente, da certeza de que a privacidade estará garantida. Eventuais vazamentos de imagens da família, de crianças ou dados sensíveis devem ser mitigados.

A previsão inicial é de que o produto chegue ao mercado em 2027. A concorrência deve se mexer para defender seus espaços conquistados. No caso da Alexa, o produto conta com a força da Amazon, um canal potente de comercialização que, em 2025, superou o Walmart como a maior empresa americana.

Este conteúdo foi criado com auxílio de inteligência artificial e supervisionado por um jornalista do ToqueTec

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