Sem aliados, Irã tenta elevar o preço da guerra para EUA e Israel

Reginaldo Nasser, professor de Relações Internacionais, analista os acontecimentos dos primeiros cinco dias de conflitos no Irã

O governo do Irã luta pela sua sobrevivência: sem aliados capazes de intervir militarmente contra os bombardeios de Israel e dos Estados Unidos, o país aposta em criar um alto custo econômico e político para os aliados norte-americanos no Oriente Médio. Além dos ataques com mísseis e drones contra bases na região, os iranianos anunciaram também o bloqueio naval do Estreito de Hormuz, por onde passa cerca de 20% do trânsito mundial de petróleo. Qual é a estratégia dos EUA (e do Irã) para a condução e para o fim do conflito? A guerra será capaz de promover uma “mudança de regime”? O ataque ao Irã seria, na verdade, uma forma de Trump atingir o poder da China?

Cacá Melo

Cacá Melo
Produtor audiovisual em CartaCapital

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Muita gente esqueceu o que escreveu, disse ou defendeu. Nós não. O compromisso de CartaCapital com os princípios do bom jornalismo permanece o mesmo.

O combate à desigualdade nos importa. A denúncia das injustiças importa. Importa uma democracia digna do nome. Importa o apego à verdade factual e a honestidade.

Estamos aqui, há mais de 30 anos, porque nos importamos. Como nossos fiéis leitores, CartaCapital segue atenta.

Se o bom jornalismo também importa para você, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal de CartaCapital ou contribua com o quanto puder.

Quero apoiar