CartaExpressa

Gleisi diz que presidente da CPMI aplicou um golpe em votação de quebra de sigilo de Lulinha

Segundo a ministra, Carlos Viana (Republicanos-MG) não contou os votos e aprovou por votação simbólica

Gleisi diz que presidente da CPMI aplicou um golpe em votação de quebra de sigilo de Lulinha
Gleisi diz que presidente da CPMI aplicou um golpe em votação de quebra de sigilo de Lulinha
A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. Foto: Gil Ferreira/SRI
Apoie Siga-nos no

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou nesta quinta-feira 26 que o CPMI do INSS, Carlos Viana (Podemos-MG), deu um golpe durante a votação da sessão que aprovou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.

“Foi golpe do presidente da CPMI. Temos maioria. Tínhamos ganhado a votação anterior. Ele não contou os votos. Fez votação simbólica, e tratorou ao anunciar o resultado. Vamos recorrer disso”, declarou em entrevista ao SBTNews.

Logo após a deliberação, senadores e deputados aliados ao Planalto se reuniram com Alcolumbre na Residência Oficial da Presidência do Senado. No encontro, pediram a anulação do resultado e a adoção de providências.

Segundo relatos, o presidente do Congresso solicitou que o pedido fosse formalizado por escrito, com registros de imagens e fotos da sessão, e informou que o caso será analisado pela advocacia do Senado. Não há prazo para decisão.

Líder do governo no Congresso, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) afirmou que houve irregularidades na condução da deliberação e anunciou que pedirá formalmente a anulação do resultado.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Muita gente esqueceu o que escreveu, disse ou defendeu. Nós não. O compromisso de CartaCapital com os princípios do bom jornalismo permanece o mesmo.

O combate à desigualdade nos importa. A denúncia das injustiças importa. Importa uma democracia digna do nome. Importa o apego à verdade factual e a honestidade.

Estamos aqui, há mais de 30 anos, porque nos importamos. Como nossos fiéis leitores, CartaCapital segue atenta.

Se o bom jornalismo também importa para você, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal de CartaCapital ou contribua com o quanto puder.

Quero apoiar

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo