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Karri: o “anti-smartphone” para crianças que virou febre na Europa

Na onda europeia de “adiar o primeiro smartphone”, o Karri aparece como uma alternativa intermediária: não é telefone completo, não é relógio inteligente cheio de funções, nem walkie-talkie tradicional. É um smart messenger: mensageiro de voz conectado por dados, com GPS e controle via app […]

Karri: o “anti-smartphone” para crianças que virou febre na Europa
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Na onda europeia de “adiar o primeiro smartphone”, o Karri aparece como uma alternativa intermediária: não é telefone completo, não é relógio inteligente cheio de funções, nem walkie-talkie tradicional. É um smart messenger: mensageiro de voz conectado por dados, com GPS e controle via app dos pais.

O produto nasceu de uma inquietação de seu criador.  Pete Clifford, se frustrou por não encontrar um dispositivo confiável, amigável para crianças e sem tela, que permitisse dar mais autonomia ao filho sem expô-lo a um smartphone.

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Ele queria que o filho pudesse ir à escola ou encontrar amigos com mais liberdade, mas mantendo a possibilidade de contato e localização. Assim nasceu o conceito de um walkie-talkie inteligente conectado a um app e acompanhamento e conexão com os pais.

O Karri é um dispositivo infantil de mensagens de voz que se comunica com o smartphone dos pais via aplicativo. A criança não navega. Ela envia e recebe recados de voz entre pessoas ou em grupos autorizados, usando botões físicos e um display simples de pontos.

Além de mensagens, ele entrega o que pais mais pedem no “primeiro dispositivo”: localização (GPS) com visualização no app, zonas seguras (geofencing) com alertas quando a criança entra/sai de áreas definidas, Botão SOS para emergências e Status de bateria e rede no app.

Divulgação

O público do Karri

O foco são crianças pequenas e pré-adolescentes, especialmente na faixa de 5 a 13 anos, e famílias que querem postergar o smartphone sem “desconectar” a criança dos riscos das redes sociais. Mas convencê-las a postergar o uso do smartphone é uma batalha a ser dos pais. O argumento para as menores é a sensação de independência: sair para brincar, ir à casa de um amigo, ir a pé a um lugar perto e conseguir mandar um recado rápido. Como é centrado em voz e botões, o uso é mais intuitivo do que digitar, o que facilita o uso.

Para os pais a tranquilidade é evidente. E a segurança enorme. Ao contrário de um celular, ele não tem um ecossistema de apps, redes e navegadores. A finalidade e o uso é claro e dirigido. Assim, a tendência é a criança não ser absorvida pelo mundo digital e ficar exposta às ameaças virtuais.  Ele é um comunicador sem tela.

Claro que o produto foi pensado para crianças. Mas seu uso por pessoas com dificuldades de movimento e idosos pode ser uma opção. Pela facilidade de operação, com botões e toques muito simples, o aparelho pode ajudar no acompanhamento dessas pessoas com procedimentos muito simples.

O produto ainda não chegou ao Brasil. Na Inglaterra o preço está ao redor de 400 reais. Muito mais barato do que um smartphone.

Este conteúdo foi criado com auxílio de inteligência artificial e supervisionado por um jornalista do ToqueTec

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