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Dephy Sidekick: o um exoesqueleto para caminhadas já está no mercado
Imagine caminhar com o auxílio de um calçado biônico. O Dephy Sidekick é um sistema que faz com as pernas algo parecido com o que a bicicleta elétrica faz com o pedal: dar um empurrão quando o corpo começa a bater. O Sidekick está sendo […]
Imagine caminhar com o auxílio de um calçado biônico. O Dephy Sidekick é um sistema que faz com as pernas algo parecido com o que a bicicleta elétrica faz com o pedal: dar um empurrão quando o corpo começa a bater. O Sidekick está sendo apresentado como o primeiro wearable motorizado “no tornozelo”, criado para ajudar pessoas a caminhar mais e com menos desconforto. Quem lançou foi a Dephy, Inc., sediada em Boxborough, Massachusetts (EUA).
O que é o Sidekick e o que ele faz
O Sidekick é um conjunto com módulos robóticos presos ao tornozelo e à panturrilha, acoplados a um par de calçados. A cada passo, o sistema aplica assistência no movimento do tornozelo, reduzindo o esforço da caminhada e ajudando a manter o ritmo por mais tempo. A empresa faz uma analogia com as e-bikes e os pedais. O motor auxilia no movimento reduzindo o esforço mecânico.
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A arquitetura do produto é simples para o usuário. A complexidade está na integração dos diversos itens que compõem o módulo. Todos devem estar perfeitamente integrados e funcionando em harmonia e potencialização. É simples de calçar, fácil de operar e com resultados que surpreendem os usuários.
A estrutura é formada por:
– Módulos motorizados no tornozelo/panturrilha: o “motor” da assistência, preso por tiras e com uma estrutura ajustável, para aplicar o impulso em sincronia com o passo.
– Sensores e controles adaptativos: o Sidekick lê a passada e ajusta automaticamente como deve entregar mais potência para a caminhada.
– Interface com 3 níveis de potência: o usuário escolhe a intensidade geral, enquanto o sistema modula a ajuda passo a passo.
– Bateria removível: a Dephy tem autonomia de cerca de 4,8 a 8 km, com recarga entre usos. A variação tem relação com a potência utilizada.
– Calçados compatíveis com placa de fibra de carbono: o sapato integra uma placa para melhorar eficiência e transmitir a assistência com mais estabilidade.
– Carregador e ferramentas/acessórios: o kit inclui o sistema de carregamento e itens de ajuste.

Divulgação
Para quem serve
O Sidekick foi desenhado para caminhada e deslocamento: idas e vindas do dia a dia, passeios, trilhas leves e atividades em que a limitação não é força, mas fadiga, dor, falta de estabilidade ou receio de não aguentar a distância. Uma maneira de explicar isso é a informação de que o foco do produto é caminhar mais do que o corpo permite.
O produto tem sido descrito como um companheiro de mobilidade e não como dispositivo médico. Assim, ele não substitui fisioterapia, órteses prescritas ou reabilitação, mas pode servir como apoio de bem-estar e confiança no movimento Isso reforça outro ponto. Não é um equipamento para dar velocidade para atletas. Ele tem uso específico para caminhar.
Pode ser até que um atleta use em situações específicas mas não para correr mais tempo ou mais rápido. O Sidekick pode entrar como ferramenta de volume (mais tempo em pé), recuperação ativa ou treino em que o objetivo é reduzir a carga articular.
O produto começou a ser vendido em janeiro pelo site da empresa. O preço? Cerca de 24 mil reais o conjunto completo. Os módulos podem ser comprados separadamente, o que abre a possibilidade de grupos adquirirem e utilizarem em conjunto o Sidekick.
Este conteúdo foi criado com auxílio de inteligência artificial e supervisionado por um jornalista do ToqueTec
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