Esporte
Vini Jr. acusa meia-atacante do Benfica de racismo em jogo da Champions League
O brasileiro relatou que Gianluca Prestianni teria o chamado de ‘macaco’. Protocolo antirracismo da Fifa foi acionado, mas o duelo foi retomado sem punição ao argentino
O atacante brasileiro Vini Jr. denunciou ter sido vítima de um ato de racismo durante a partida entre Real Madrid e Benfica, nesta terça-feira 17, pela Champions League. O episódio ocorreu logo depois de o jogador marcar um gol e abrir o placar para o time espanhol no segundo tempo do confronto, no Estádio da Luz, em Lisboa.
A comemoração de Vini após o gol, diante da bandeirinha de escanteio e perto de uma torcida organizada do Benfica, gerou reclamações dos jogadores do time luso e iniciou uma confusão no gramado. Ele discutiu com os argentinos Otamendi e Prestianni e, pouco depois, correu na direção do árbitro François Letexier para relatar o possível ataque racista.
O árbitro, então, acionou o protocolo antirracismo da Fifa. A acusação de Vini Jr., de acordo com as imagens, é contra Prestianni, jovem argentino do time português. A transmissão mostrou que o meia-atacante encobriu a boca com a camisa durante um momento da discussão. Segundo o brasileiro, Pretianni teria o chamado de “mono” (termo que significa “macaco” em espanhol). O jogo ficou parado por cerca de 10 minutos, mas foi retomado sem nenhuma punição.
Vini Jr. foi amparado por companheiros como Mbappé e Tchouaméni. O técnico do Benfica, José Mourinho, também prestou apoio ao brasileiro, que foi direcionado ao banco de reservas. Após o reinício da partida, o atacante foi constantemente vaiado quando pegava na bola.
Veja o momento da confusão:
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.



