Futebol
Fluminense vence Botafogo no Maracanã pelo Brasileirão
O time mandante venceu com gol de Lucho Acosta
O Fluminense recebeu o Botafogo no Estádio do Maracanã, nesta quinta-feira 12, em partida válida pela 3ª rodada do Campeonato Brasileiro Série A. Com um gol marcado por Lucho Acosta aos 9 minutos do segundo tempo, o time mandante garantiu a vitória pelo placar de 1 a 0.
Ao longo da partida, o Fluminense controlou levemente as ações, contabilizando uma posse de bola de 53%, enquanto o Botafogo ficou com 47%. O time tricolor mostrou eficiência nas finalizações, realizando 8 tentativas, das quais 5 foram a gol e 3 para fora. A precisão foi de 63%, e ainda houve um chute que acertou a trave e um bloqueio da defesa adversária. Do lado do Botafogo, todas as 3 finalizações registradas foram no alvo, porém não foram suficientes para marcar.
O Fluminense acumulou 16 faltas durante o jogo, enquanto o Botafogo cometeu 7. Em termos de passes, o time da casa teve 309 ao todo, com uma taxa de 83% de completude, enquanto o Botafogo fez 286 passes, também com 83% de precisão.
Com o resultado, o Fluminense se mantém na 3ª posição do campeonato, somando 7 pontos e mantendo um aproveitamento de 77% até aqui, fruto de 2 vitórias e 1 empate, com 2 gols de saldo. Por outro lado, o Botafogo ocupa a 11ª posição, com apenas 3 pontos e 33% de aproveitamento, resultado de 1 vitória e 2 derrotas, apresentando um saldo de 1 gol.
A partida reafirmou a superioridade do Fluminense em termos de desempenho na competição até agora, enquanto o Botafogo busca ajustar seu desempenho nas rodadas seguintes.
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.