Política

A nova pesquisa Ipespe sobre a eleição para governador de São Paulo

Diante da indefinição no campo progressista, o levantamento testa França, Haddad, Tebet, Erika e Boulos

A nova pesquisa Ipespe sobre a eleição para governador de São Paulo
A nova pesquisa Ipespe sobre a eleição para governador de São Paulo
Ministro Fernando Haddad fala com jornalistas após reunião com Governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Foto: Diogo Zacarias/Ministério da Fazenda
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Eleições 2026

O Ipespe divulgará na próxima quarta-feira 11 seu primeiro levantamento de 2026 sobre a disputa pelo governo de São Paulo. Serão 1.500 entrevistas, realizadas entre esta sexta 6 e a segunda 9. A margem de erro será de 2,6 pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%.

O instituto testará quatro cenários de primeiro turno, o primeiro deles com Tarcísio de Freitas (Republicanos), Márcio França (PSB), Felipe D’Ávila (Novo), Kim Kataguiri (União), Paulo Serra (PSDB) e Filipe Sabará. Em outras projeções entrarão Simone Tebet (MDB), Fernando Haddad (PT), Erika Hilton (PSOL) e Guilherme Boulos (PSOL).

O instituto consultará também as intenções de voto para duas eventuais disputas de segundo turno, ambas com a presença de Tarcísio: contra França e contra Tebet.

A sondagem ainda atualizará a corrida ao Senado e os índices de aprovação de Tarcísio, do presidente Lula (PT), do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB).

O candidato lulista ao governo de São Paulo segue indefinido. Haddad é o favorito do presidente, mas resiste à ideia. Alckmin também não deseja buscar o quinto mandato no Palácio dos Bandeirantes.

Na quinta-feira 5, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que Haddad sabe da responsabilidade que terá nas eleições deste ano e que é necessário convencer o ministro a aceitar o desafio.

Não se trata, segundo o dirigente, de um movimento de pressão. “Haddad é um dos principais quadros da história do PT e pode ser candidato ao que quiser. Mas toda candidatura pressupõe um processo de convencimento”, disse Edinho, questionado por CartaCapital no evento que comemora os 46 anos do Partido dos Trabalhadores, em Salvador (BA). “O que temos é um processo de diálogo para saber qual papel ele cumprirá nas eleições deste ano”.

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