Política

O 1º levantamento do Paraná Pesquisas em 2026 sobre a eleição para o governo de São Paulo

A sondagem se baseará em 1.580 entrevistas, realizadas entre esta sexta-feira 6 e a terça 10

O 1º levantamento do Paraná Pesquisas em 2026 sobre a eleição para o governo de São Paulo
O 1º levantamento do Paraná Pesquisas em 2026 sobre a eleição para o governo de São Paulo
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Fotos: Reprodução/MF e Vinicius Freitas/GOVSP
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Eleições 2026

O Paraná Pesquisas divulgará na próxima quarta-feira 11 seu primeiro levantamento de 2026 com as intenções de voto para governador de São Paulo. A sondagem se baseará em 1.580 entrevistas, realizadas entre esta sexta-feira 6 e a terça 10. A margem de erro será de 2,5 pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%.

O principal cenário da pesquisa terá o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e os potenciais candidatos Fernando Haddad (PT), Felipe D’Ávila (Novo), Kim Kataguiri (União) e Paulo Serra (PSDB).

Em cenários alternativos, o instituto testará Márcio França (PSB), Geraldo Alckmin (PSB), Ricardo Nunes (MDB) e Felicio Ramuth (PSD). Também sondará as intenções de voto para seis projeções de segundo turno.

O levantamento ainda instará os eleitores a se pronunciarem sobre a disputa pela duas vagas paulistas no Senado e sobre a avaliação dos governos federal e estadual.

Embora Fernando Haddad apareça como o candidato lulista no principal cenário da pesquisa, ainda não há uma definição. O ministro da Fazenda é o favorito do presidente Lula (PT) para concorrer ao governo paulista, mas resiste à ideia.

Enquanto isso, ministros pressionam o colega a disputar. “Não tem como o ministro Haddad fugir dessa missão. Não dá. O quadro não fecha sem ele”, disse a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), na quarta-feira 4. “Ele precisa ter essa consciência — e acho que tem.”

Antes de Tebet, outros dois ministros haviam cobrado uma candidatura de Haddad. Para Gleisi Hoffmann (PT), das Relações Institucionais, “todos têm de vestir a camisa”, inclusive o chefe da Fazenda. Já Camilo Santana (PT), da Educação, declarou que o colega “não pode se dar ao luxo de querer tomar uma decisão individual”.

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