As novas ameaças de Trump ao Irã
Reginaldo Nasser comenta as origens do conflito entre EUA e a República Islâmica
Desde os protestos de dezembro e janeiro no Irã, cuja repressão deixou mais de seis mil cidadãos mortos, Donald Trump vem ampliando as suas ameaças ao regime da República Islâmica — incluindo o deslocamento de uma força-tarefa da Marinha norte-americana para a região do Golfo Pérsico. As ofensivas pela desestabilização do Irã, entretanto, não começaram com o governo Trump: elas atravessam governos democratas e republicanos e podem ser traçadas até a guerra Irã-Iraque dos anos 1980 e a Revolução Islâmica de 1979. Hoje, existe de fato o risco de uma guerra regional entre Irã e Estados Unidos? Qual é a posição dos demais países do Oriente Médio? E as possibilidades de um acordo de paz na região? Reginaldo Nasser, professor de Relações Internacionais, relembra esse histórico e analisa a situação atual.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.



