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A intimação de Gilvan da Federal por ataques ao comandante do Exército
A PGR denunciou o deputado do PL por injúria, difamação e calúnia
O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes determinou, mais uma vez, a notificação do deputado federal Gilvan da Federal (PL-ES), denunciado pela Procuradoria-Geral da República por ataques ao comandante do Exército, general Tomás Paiva.
A PGR enquadrou o bolsonarista nos crimes de injúria (praticado duas vezes), difamação e calúnia (também cometido duas vezes).
Moraes já havia ordenado a notificação de Gilvan, mas a Justiça do Espírito Santo comunicou ao STF que a tentativa de cumprir a determinação no domicílio do denunciado falhou.
Agora, o ministro mandou novamente notificar o deputado — desta vez em seu gabinete em Brasília — e fixou um prazo de 15 dias para ele apresentar sua resposta prévia à denúncia.
Em um discurso proferido na tribuna da Câmara em novembro de 2025, Gilvan da Federal chamou Paiva de “frouxo, “covarde” e “general de merda”. O contexto era de críticas ao STF — principalmente a Moraes — pela condução da investigação sobre a tentativa de golpe de Estado. “Como é que um comandante do Exército vai proteger o Brasil de uma guerra se ele tem medo de um único homem?”, disparou o deputado do PL.
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