Política

Marcos Rocha deixa União Brasil e se filia ao PSD 

Governador de Rondônia assume o comando do partido no Estado e reforça estratégia nacional articulada por Gilberto Kassab para 2026

Marcos Rocha deixa União Brasil e se filia ao PSD 
Marcos Rocha deixa União Brasil e se filia ao PSD 
O governador Marcos Rocha e o presidente do PSD, Gilberto Kassab. Foto: Reprodução redes sociais
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Eleições 2026

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, oficializou no sábado 31 sua filiação ao PSD em encontro realizado em São Paulo com o presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab

Durante a recepção, Kassab destacou o “peso político” da filiação e afirmou que a chegada de Rocha fortalece o PSD tanto no plano estadual quanto nacional. O dirigente ressaltou a trajetória do governador e afirmou que a decisão representa um reforço para o projeto do partido, especialmente na região Norte do País. 

Ao se pronunciar, Marcos Rocha afirmou estar honrado em integrar o PSD, que classificou como uma legenda com atuação relevante no cenário nacional. O governador citou outras lideranças que integram o partido, como os governadores Ronaldo Caiado (Goiás), Ratinho Júnior (Paraná) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), e declarou não ter dúvidas quanto à escolha feita. Rocha também agradeceu ao União Brasil e disse ter sido recebido com acolhimento pela nova sigla.

Com a filiação, Marcos Rocha passa a assumir a presidência do diretório estadual do PSD em Rondônia. No Estado, o partido já se organiza para as eleições de 2026 e tem como pré-candidato ao governo o prefeito de Cacoal, Adailton Fúria

Eleito governador pela primeira vez em 2018, Marcos Rocha tem origem no serviço público e na área de segurança. Nascido no Rio de Janeiro, iniciou a carreira no Exército e depois ingressou na Polícia Militar de Rondônia, onde atuou na área de inteligência. Formado em Administração, com especialização em Metodologia do Ensino Superior, também exerceu atividades como professor universitário e secretário municipal de Educação em Porto Velho.

Reeleito em 2022, Rocha cumpre seu segundo mandato à frente do governo rondoniense. A expectativa é que ele se desincompatibilize do cargo para disputar uma vaga no Senado nas eleições de outubro, liderando a chapa do PSD no Estado.

No plano nacional, a filiação de Marcos Rocha se soma a outras movimentações recentes articuladas por Kassab, que busca consolidar o PSD como um dos principais polos da centro-direita. O partido já reúne governadores com projeção nacional e discute a construção de um projeto próprio para a sucessão presidencial, mantendo, ao mesmo tempo, flexibilidade para alianças no segundo turno.

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