As ocupações secundaristas em São Paulo, dez anos depois

Qual é o legado da ‘primavera secundarista’?

Entre 2015 e 2016, estudantes do ensino médio em São Paulo ocuparam escolas e foram às ruas contra a reorganização da rede estadual proposta pelo governo Geraldo Alckmin. O movimento ganhou escala, enfrentou repressão policial e escancarou o cotidiano precário de muitas unidades — além da distância entre decisões tomadas em gabinetes e a vida real nas salas de aula.

Uma década depois, CartaCapital reencontrou jovens que participaram das ocupações e ouviu especialistas para fazer um balanço do movimento: o que mudou, de fato, na política educacional? O que ficou pelo caminho? E o que essa experiência ensinou a uma geração que hoje se mobiliza sob outras pressões, plataformas e urgências?

Cacá Melo

Cacá Melo
Produtor audiovisual em CartaCapital

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.