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Trump vai remover chefe da Patrulha de Fronteira após mortes em Minneapolis, diz imprensa dos EUA

Gregory Bovino se tornou um dos principais nomes da repressão aos imigrantes no país

Trump vai remover chefe da Patrulha de Fronteira após mortes em Minneapolis, diz imprensa dos EUA
Trump vai remover chefe da Patrulha de Fronteira após mortes em Minneapolis, diz imprensa dos EUA
Gregory Bovino, comandante da polícia de fronteira dos EUA – foto: reprodução/Redes Sociais
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Veículos de imprensa dos Estados Unidos informaram que o governo de Donald Trump vai remover o agente Gregory Bovino, chefe da Patrulha de Fronteira responsável pelas ações contra imigrantes na cidade de Minneapolis, onde dois cidadãos dos EUA morreram neste mês de janeiro em ações do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE, na sigla em inglês).

O jornal New York Times informou que conversou com duas autoridades do governo que, sob condição de anonimato, afirmaram que o presidente planeja transferir Bovino para outro setor. A decisão teria sido tomada após a morte, no sábado 24, do enfermeiro Alex Pretti. Ele participava de protestos em Minneapolis.

A mobilização contra as deportações de imigrantes na cidade cresceu nos últimos meses, e ganhou força depois que Renee Good, uma mulher de 37 anos, foi morta com um tiro na cabeça. O disparo foi feito por agente do ICE. Good, assim como Pretti, não era imigrante.

Segundo o New York Times, Trump tomou a decisão de transferir Bovino depois de enviar o ex-chefe do ICE Tom Homan a Minneapolis. Homan, apelidado de ‘czar da fronteira’, é o principal rosto das ações anti-imigração do governo dos EUA.

Alguns veículos, como a revista The Atlantic, afirmam que a transferência de Bovino já está confirmada, e ele vai se aposentar em breve. Outros agentes que trabalhavam diretamente com ele também devem deixar a cidade, segundo a imprensa dos EUA.

Bovino ganhou notoriedade após liderar operações anti imigrantes em Los Angeles, em junho do ano passado. Depois, ele foi enviado para outras cidades onde houve protestos e resistência, como Charlotte e Nova Orleans.

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