Trump refaz o mundo à sua imagem e semelhança
Rafael Ioris, docente de História Latino-americana da Universidade de Denver, faz um balanço do primeiro ano do novo governo Donald Trump e comenta a possibilidade de uma reviravolta democrata nas eleições legislativas de novembro
O segundo governo Trump completou na última terça-feira um ano desde sua posse, causando um grande impacto no cenário geopolítico. Para a política interna dos EUA, o bilionário avança em seu plano de fortalecer o poder Executivo e na perseguição a adversários e aos imigrantes. No cenário internacional, além da intervenção na Venezuela e das ameaças à Groenlândia e ao Irã, Donald Trump anunciou seu próprio “concorrente” da ONU: um “Conselho da Paz”, com ele mesmo na direção.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
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