Mundo

‘Pecadores’ faz história e bate recorde com 16 indicações ao Oscar

O recorde anterior era compartilhado por ‘A Malvada’, ‘Titanic’ e ‘La La Land’, todos empatados com 14 indicações

‘Pecadores’ faz história e bate recorde com 16 indicações ao Oscar
‘Pecadores’ faz história e bate recorde com 16 indicações ao Oscar
Créditos: Divulgação Warner Bros
Apoie Siga-nos no

“Pecadores”, o filme de época que mistura terror, ação e música, lidera a disputa pelo Oscar com um recorde de 16 indicações aos prêmios da Academia, que, nesta quinta-feira 22, anunciou os indicados que irão à aguardada cerimônia em 15 de março.

O recorde anterior era compartilhado por “A Malvada”, “Titanic” e “La La Land”, todos empatados com 14 indicações.

O thriller dirigido por Paul Thomas Anderson, “Uma Batalha Após a Outra”, ficou em segundo lugar, indicado em 13 categorias, seguido por “Frankenstein”, do diretor mexicano Guillermo del Toro, que recebeu nove indicações.

“Pecadores”, ambientada no sul dos Estados Unidos segregacionista da década de 1930, vai competir a melhor filme e garantiu ao seu realizador Ryan Coogler (“Pantera Negra”) uma vaga para disputar a estatueta de melhor diretor.

A produção vampiresca também posicionou Michael B. Jordan, que interpreta dois irmãos gêmeos, na categoria de melhor ator, assim como Delroy Lindo para melhor ator coadjuvante e Wummi Mosaku para melhor atriz coadjuvante.

Mas “Pecadores” não parou por aí e repercutiu em categorias técnicas, de roteiro, figurino, maquiagem e musicais, incluindo a indicação de “I Lied To You”, para melhor canção original.

Foi uma madrugada de sucesso para a Warner Bros, que recebeu 30 indicações com suas produções “Pecadores” e “Uma Batalha Após a Outra”, as duas mais indicadas para a 98º edição dos prêmios, que serão entregues em 15 de março em Hollywood.

ENTENDA MAIS SOBRE: ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo