ToqueTec
Roupas inteligentes ganham espaço como aliadas no cuidado diário
As roupas conectadas começaram a aparecer primeiro como curiosidade de laboratório, mas rapidamente se tornaram uma nova frente da moda tecnológica. A ideia é simples de entender: peças que parecem comuns, mas trazem sensores embutidos capazes de registrar sinais vitais, postura, respiração e movimento. Como […]
As roupas conectadas começaram a aparecer primeiro como curiosidade de laboratório, mas rapidamente se tornaram uma nova frente da moda tecnológica. A ideia é simples de entender: peças que parecem comuns, mas trazem sensores embutidos capazes de registrar sinais vitais, postura, respiração e movimento. Como tudo está integrado ao tecido, o uso acontece sem esforço — basta vestir e seguir a rotina.
Essa naturalidade ajuda a explicar o interesse crescente pelo tema. Diferentemente de relógios ou pulseiras inteligentes, que precisam ser carregados, as smart clothes (roupas inteligentes) acompanham o usuário o dia inteiro. O resultado é um monitoramento constante e menos invasivo, capaz de revelar padrões do corpo ao longo das horas.
Leia também:
Ao longo do dia, as aplicações se multiplicam. Dentro de casa, essas peças ajudam quem busca entender seus ciclos de sono, variações de respiração e momentos de descanso. No trabalho, podem indicar quando o corpo começa a perder a postura após longos períodos sentado ou quando movimentos repetitivos começam a gerar tensão. Ao ar livre, servem como ferramenta de apoio para corredores, ciclistas e praticantes de atividades físicas que querem acompanhar o desempenho com mais precisão.
A praticidade continua sendo o principal atrativo. Como a tecnologia fica embutida no tecido, não há acessórios extras para carregar. Para quem nunca se adaptou a dispositivos no pulso, as roupas inteligentes funcionam como uma alternativa leve, transformando dados corporais em indicadores fáceis de acompanhar no celular.

Jaqueta Trucker Levi’s® com Jacquard
da Google
Marcas que atuam no mercado
Algumas empresas já exploram essa combinação entre tecido e sensores. Entre elas estão Hexoskin e OMsignal, além da parceria entre Google e Levi’s na Jacquard Jacket — uma jaqueta que permite controlar funções do smartphone com toques no tecido. No Brasil, esses produtos ainda não têm venda oficial. A importação acaba sendo o único caminho, com preços que variam entre R$ 1 mil e R$ 2,5 mil, dependendo do tipo de sensor e da categoria da peça. A Jacquard Jacket também não possui distribuição local.
Com a evolução dos sensores, o vestuário conectado tende a assumir funções mais amplas. Há pesquisas que apontam para roupas capazes de identificar irregularidades respiratórias, registrar sinais que ajudem no diagnóstico precoce de doenças ou acompanhar treinos em detalhes. Outro avanço esperado está na integração com ambientes inteligentes, criando condições personalizadas de temperatura, iluminação ou concentração a partir dos sinais enviados pelo corpo.
Este conteúdo foi criado com auxílio de inteligência artificial e supervisionado por um jornalista do ToqueTec
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Muita gente esqueceu o que escreveu, disse ou defendeu. Nós não. O compromisso de CartaCapital com os princípios do bom jornalismo permanece o mesmo.
O combate à desigualdade nos importa. A denúncia das injustiças importa. Importa uma democracia digna do nome. Importa o apego à verdade factual e a honestidade.
Estamos aqui, há mais de 30 anos, porque nos importamos. Como nossos fiéis leitores, CartaCapital segue atenta.
Se o bom jornalismo também importa para você, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal de CartaCapital ou contribua com o quanto puder.

