Mundo

Representantes de Dinamarca e Groenlândia se reunirão com Rubio e Vance na quarta-feira em Washington

O governo de Donald Trump insiste em assumir o controle do território no Ártico

Representantes de Dinamarca e Groenlândia se reunirão com Rubio e Vance na quarta-feira em Washington
Representantes de Dinamarca e Groenlândia se reunirão com Rubio e Vance na quarta-feira em Washington
Moradores da Groenlândia protestam contra Trump, que tenta anexar a ilha aos EUA. "Não estamos à venda", diz um manifestante em uma das placas exibidas no ato. Foto: Christian Klindt Soelbeck / Ritzau Scanpix / AFP
Apoie Siga-nos no

Os ministros das Relações Exteriores da Dinamarca e da Groenlândia serão recebidos na Casa Branca, nesta quarta-feira 14, pelo vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, e pelo secretário de Estado, Marco Rubio, anunciou o ministro das Relações Exteriores da Dinamarca nesta terça-feira 13.

“O vice-presidente dos EUA, JD Vance, também quis participar desta reunião e será o anfitrião. Ela acontecerá na Casa Branca”, disse Lars Løkke Rasmussen à imprensa.

O ministro da Defesa dinamarquês, por sua vez, anunciou que se reunirá com o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, na segunda-feira, para discutir a segurança do Ártico.

No ano passado, JD Vance visitou a base aérea americana de Pituffik, no noroeste da Groenlândia, por algumas horas e chamou a Dinamarca de “mau aliado” por não fazer o suficiente, em sua opinião, para garantir a segurança da região.

Nos últimos dias, o presidente americano, Donald Trump, aumentou a pressão sobre a Groenlândia, afirmando que assumirá o controle da ilha ártica “de um jeito ou de outro”.

Na segunda-feira, Otan e Groenlândia anunciaram sua intenção de cooperar para fortalecer a defesa deste vasto território autônomo dinamarquês, com o objetivo de dissuadir Donald Trump.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo