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Rússia pede ‘firmemente’ aos EUA que libertem Maduro

A Venezuela é o aliado mais importante que a Rússia tem na América Latina

Rússia pede ‘firmemente’ aos EUA que libertem Maduro
Rússia pede ‘firmemente’ aos EUA que libertem Maduro
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, discursa numa conferência de imprensa no final da sua visita à China em Pequim, em 3 de setembro de 2025, após a sua participação na cimeira da Organização de Cooperação de Xangai (SCO) em Tianjin e num desfile militar em Pequim marcando o 80º aniversário da vitória sobre o Japão e o fim da Segunda Guerra Mundial. Foto: Maxim Shemetov/POOL/AFP
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A Rússia condenou a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela neste sábado 3 e exigiu que Washington liberte o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, após o presidente Donald Trump anunciar sua captura.

A Venezuela é o aliado mais importante que a Rússia tem na América Latina, embora o Kremlin não tenha chegado a oferecer assistência a Caracas em caso de conflito com os Estados Unidos.

“Pedimos firmemente às autoridades americanas que reconsiderem sua postura e libertem o presidente legalmente eleito do país soberano e sua esposa”, destacou o Ministério russo das Relações Exteriores em um comunicado.

Previamente, Moscou havia denunciado “um ato de agressão armada contra a Venezuela (…) profundamente preocupante e condenável”.

“Os pretextos utilizados para justificar tais ações são insustentáveis. A hostilidade ideológica prevaleceu sobre o pragmatismo empresarial”, afirmou a chancelaria.

Mais cedo, havia exigido “um esclarecimento imediato da situação” de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.

A Rússia reafirmou seu apoio a Maduro, no mês passado, e é um dos poucos que parabenizaram o líder venezuelano após sua reeleição em 2024, cuja legitimidade foi questionada.

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