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STJ mantém prisão de motorista de Porsche que matou trabalhador por aplicativo em acidente
Uma perícia apontou que Fernando Sastre de Andrade Filho estava a mais de 150 km/h na via, que tem limite máximo de 50 km/h
A 5ª turma do Superior Tribunal de Justiça negou nesta terça-feira 11 um habeas corpus e decidiu manter a prisão de Fernando Sastre de Andrade Filho, motorista da Porsche que matou Ornaldo da Silva Viana em um acidente de trânsito em São Paulo, em 2024.
A decisão de manter a prisão preventiva, decretada em maio de 2024, foi unânime. A relatora, ministra Maria Marluce Caldas, apontou que a prisão é necessária para resguardar a instrução criminal e evitar a reiteração delitiva, diante do histórico de infrações graves cometidas pelo acusado.
O carro do motorista de aplicativo foi atingido na traseira pelo veículo de luxo dirigido por Andrade Filho na zona leste de SP na madrugada do dia 31 de março. Uma perícia apontou que Andrade Filho estava a mais de 150 km/h na via, que tem limite máximo de 50 km/h.
Ele é oficialmente investigado pelos crimes de homicídio por dolo eventual e lesão corporal gravíssima, por ter deixado o seu próprio carona, Marcus Vinicius Machado Rocha, gravemente machucado no acidente.
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