Mundo

Presidenta do México sofre assédio durante caminhada na capital do país

Um homem agarrou e tentou beijar Claudia Sheinbaum durante uma agenda próxima ao palácio presidencial; ele foi detido e poderá responder por crimes sexuais

Presidenta do México sofre assédio durante caminhada na capital do país
Presidenta do México sofre assédio durante caminhada na capital do país
O terremoto foi confirmado pela presidenta do México, Claudia Sheinbaum – Foto: CARL DE SOUZA / AFP
Apoie Siga-nos no

A presidenta do México, Claudia Sheinbaum, sofreu na terça-feira 4 um assédio sexual na rua, quando um indivíduo tentou beijá-la enquanto ela caminhava e cumprimentava simpatizantes no centro da capital do país.

O incidente aconteceu quando a presidente seguia para um evento público perto do palácio presidencial. Ela cumprimentava e tirava fotos com várias pessoas.

Sem nenhum agente de segurança à vista, o homem se aproximou de Sheinbaum, passou um braço sobre o ombro da presidente, enquanto tocava sua cintura e peito com o outro braço, e tentava beijá-la no pescoço.

Somente nesse momento, um segurança apareceu e afastou o homem, que aparentava estar sob efeito de drogas ou embriagado.

Apesar da agressão, Sheinbaum tratou o indivíduo com gentileza e aceitou tirar uma foto com ele, dando um tapinha nas costas do homem, antes de prosseguir com sua caminhada.

As autoridades de segurança informaram que o agressor, identificado como Uriel Rivera, foi detido e colocado à disposição da Promotoria que investiga crimes sexuais.

A titular da Secretaria (ministério) das Mulheres, Citlali Hernández, criticou a agressão.

“Repudiamos o ato que nossa presidente viveu hoje”, escreveu Hernández no X, onde também denunciou a “visão machista” e a normalização que alguns homens fazem da invasão ao espaço pessoal e ao corpo das mulheres.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.

CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.

Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo